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BRASIL OLÍMPICO: Chama Paralímpica é acesa em Brasília; ministro do Esporte diz que investimentos federais continuam

REPÓRTER 1: Olá, meu nome é Bruna Goularte, aqui comigo, Isadora Grespan. Confira os destaques desta edição do Brasil Olímpico

REPÓRTER 2: Tocha Paralímpica é acesa em Brasília.

REPÓRTER 1:  Ministro do Esporte, Leonardo Picciani, diz que investimentos federais continuam para os Jogos Olímpicos Tóquio-2020

REPÓRTER 2: Copacabana recebe atividades e jogos indígenas

VINHETA

REPÓRTER 1: A Tocha Paralímpica foi acesa nesta semana em Brasília, em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença de atletas e do presidente em exercício, Michel Temer.

REPÓRTER 2: Depois de acender a chama, Temer passou o fogo olímpico para Yohansson do Nascimento. Ele foi medalha de ouro no atletismo na Paralimpíada de Londres-2012. Emocionado, Yohansson falou sobre o momento que dá início às celebrações dos Jogos Paralímpicos.

SONORA: Yohansson do Nascimento, atleta paralímpico

“Digamos que seja um aquecimento do início da abertura dos jogos. Eu estou feliz, acho que é como se fosse o pontapé inicial para o início das Paralimpíadas. Estou bem empolgado e todos os atletas também estão super confiantes que a gente vai para o Rio de Janeiro e vai ser um sucesso”.

REPÓRTER 1: A partir do dia 1° de setembro, a Tocha Paralímpica vai percorrer seis cidades brasileiras. Além de Brasília, são elas: Belém, Natal, São Paulo, Joinville e Rio de Janeiro. As Paralimpíadas começam no dia 7 de setembro e vão até o dia 18, no Rio de Janeiro.

VINHETA

REPÓRTER 2: A próxima edição dos Jogos Olímpicos acontece na capital do Japão, Tóquio, em 2020. Segundo o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, os programas de patrocínio individual de atletas, promovidos pelo governo federal, ajudaram os bons resultados do Brasil na Rio 2016.

REPÓRTER 1: O Bolsa Atleta e o Bolsa Pódio são exemplos disso. Por essa razão, o ministro Picciani garante que os programas vão continuar.

SONORA: Leonardo Picciani, ministro do Esporte

“Nós manteremos o Bolsa Atleta; manteremos e vamos aprimorar o Bolsa Pódio, para que ele possa ser otimizado e melhor utilizado pelos atletas. Teremos uma grande tarefa, que é cuidar do legado olímpico, o legado esportivo”.

VINHETA

REPÓRTER 2: A Arena Esporte e Lazer do Ministério do Esporte foi palco de apresentações de jogos e atividades tradicionais de povos indígenas. Índios das etnias Bakari (MT), Gavião (PA) e Pataxó (BA) estiveram na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para o evento.

REPÓRTER 1: Eles participaram de uma competição para divulgar diferentes modalidades de esportes indígenas, como o arremesso de lança, arco e flecha e corrida com maraká. O coordenador técnico dos Jogos Indígenas Pataxó, Karkaju Pataxó, lembra a importância de divulgar essa cultura no país.

SONORA: Karkaju Pataxó, coordenador técnico dos Jogos Indígenas Pataxó

“Aumenta a auto-estima dos jovens e não perder a questão da prática cultural. Hoje, já é muito comum nas aldeias o uso dos adornos, o pessoal começa a usar as pinturas com mais frequência, a própria língua com mais frequência. Então, a gente está tentando fazer com que isso cresça”.

REPÓRTER 2: Responsável pelo evento, o Secretário Nacional de Esporte, Lazer, Educação e Inclusão Social do Ministério do Esporte (SNELIS), Leandro Cruz, avalia como positivas para a cultura brasileira as atividades realizadas em Copacabana.

SONORA: Leandro Cruz, secretário nacional de Esporte, Lazer, Educação e Inclusão Social do ministério do Esporte (Snelis).

“A diversidade é uma das características da Secretária Nacional de Esporte, Lazer, Educação e Inclusão Social. Eu acho que a gente teve aqui uma diversidade grande de atividades, de gênero, com o objetivo de divulgar esses esportes, divulgar essas culturas. E, acima de tudo, promover o lazer, promover o esporte educacional e promover a inclusão social, que é fundamental”.

VINHETA

REPÓRTER 1: O Brasil Olímpico desta semana fica por aqui.

REPÓRTER 2 : Até a semana que vem.

Campeão olímpico visita seleção brasileira de vôlei sentado

 

REPÓRTER: Faltando menos de 15 dias para o início dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, a equipe masculina de vôlei sentado, tricampeã parapanamericana, está no Centro de Treinamento Paralímpico em São Paulo, para os ajustes finais antes da estreia.  

Nesta quinta-feira (25), os atletas receberam uma visita especial. O campeão olímpico Serginho, medalha de ouro no vôlei na Rio 2016, visitou o local e falou sobre os desafios do atletas paralímpicos.

SONORA: Serginho, jogado de vôlei

“Foi a minha primeira experiência jogando vôlei sentado. Além da força de vontade, tem que ter o sonho no coração para colocar o rosto em uma bolada. O vôlei tradicional é muito fácil perto do vôlei sentado”.

REPÓRTER: Rodrigo Melo, líbero da seleção brasileira de vôlei sentado brinca sobre o desempenho do jogador Serginho na quadra do Centro de Treinamento Paralímpico.

SONORA: Rodrigo Melo, jogador de vôlei sentado

“É um prazer receber o Serginho aqui e tê-lo como referência. Não posso explicar muito tecnicamente para não perder minha vaga na seleção para ele. Mas ele foi muito bem. É um exemplo de pessoa e merece muito mais que essa medalha”.

REPÓRTER: Os Jogos Paralímpicos começam no dia 7 de setembro e vão até o dia 18. As partidas do vôlei sentado acontecem no Pavilhão 6 do Riocentro, entre os dias 9 a 16 de setembro. Os ingressos para os jogos estão disponíveis no site: rio2016.com/ingressos

Reportagem, Michelle Abílio

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