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Formada por esportivas e paradesportistas de destaque no cenário internacional, nomeados pelo ministro, a CNA está trabalhando para elevar o nível do esporte no Brasil, apoiando ações e encaminhando propostas que objetivem resgatar o potencial máximo em termos de desenvolvimento desportivo - principalmente a votação da Lei de Incentivo Fiscal para o Esporte, que tramita no Congresso Nacional.

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A Comissão Nacional de Atletas (CNA) é resultado de uma antiga reivindicação da classe.

Durante a Olimpíada de Barcelona, em 1992, esportistas como Aurélio Miguel, Luiz Felipe Azevedo, Oscar Schmidt, Lars Grael e Torben Grael já levantavam, em conversas informais, a idéia de conquistarem uma maior participação na política esportiva nacional. Desde então, os atletas vinham tentando encontrar uma forma de estabelecer uma relação mais próxima com o governo.

A proposta de gestão participativa do então ministro Carlos Melles coincidiu com o anseio dos atletas, viabilizando a criação da comissão, pela Portaria n° 127 de 17 de Outubro de 2000, para representar os interesses da classe junto ao governo federal.

Formada por esportivas e paradesportistas de destaque no cenário internacional, nomeados pelo ministro, a CNA está trabalhando para elevar o nível do esporte no Brasil, apoiando ações e encaminhando propostas que objetivem resgatar o potencial máximo em termos de desenvolvimento desportivo - principalmente a votação da Lei de Incentivo Fiscal para o Esporte, que tramita no Congresso Nacional.

As normas e regras da Comissão estão estabelecidas em um regimento interno, criado e aprovado pelos próprios participantes, que também têm autonomia para escolher e convidar novos atletas para integrá-la.

Em reuniões periódicas, contando sempre com a presença do ministro ou de algum dos secretários Nacionais de Esporte, os atletas debatem temas diversos, levam suas reivindicações e sugestões e tomam conhecimento das ações do Ministério do Esporte.

A Comissão é formada por 35 atletas, tendo Lars Grael como presidente, Ana Moser como vice-presidente e Carlos Alberto Kirmayr como secretário. Adhemar Ferreira da Silva, falecido em janeiro de 2001, permanece como Presidente de Honra In Memorian.

Em todos esses anos de trabalho pelo desenvolvimento do esporte no país, a Comissão já discutiu diversas questões importantes e obteve várias reivindicações conquistadas, como:

  1. A luta por uma lei de incentivo fiscal - considerada pelos atletas imprescindível para o desenvolvimento do esporte, o projeto da lei que beneficiará as empresas patrocinadoras de atletas foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de maio de 2006, durante a abertura da II Conferência Nacional do Esporte. O projeto da Lei está em tramitação no Congresso Nacional;
  2. Em 2006, o Programa Bolsa-Atleta entrou em seu segundo ano. Em 2005, ano em que foi instituído, cerca de 970 Bolsas-Atleta foram concedidas a atletas que já têm vitórias no currículo, mas ainda não têm patrocínio. Em 2006, serão 835 Bolsas-Atleta. Além do projeto como um todo ser uma reivindicação da Comissão, outro ponto específico reivindicado pelos atletas - a inclusão e especial atenção aos paraolímpicos - foi observado;
  3. Adesão do Brasil ao Código Mundial Antidoping da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) e a criação de normas gerais de combate ao doping no Brasil, aprovadas pela resolução nº 2 do Conselho Nacional do Esporte;
  4. O apoio à candidatura do Brasil para sediar eventos internacionais, que foi decisivo para a conquista da sede dos XV Jogos Pan-americanos e a III edição dos Jogos Parapan-americanos - que pela primeira vez na história acontecerão na mesma cidade, utilizando as mesmas instalações e organizados pelo mesmo comitê, consecutivamente ao Pan;
  5. Isenção de imposto na importação de material olímpico até dezembro de 2007.
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