Ministério do Esporte Dilma Rousseff recebe medalhistas do Pan e Parapan e celebra os 10 anos da Bolsa Atleta
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Dilma Rousseff recebe medalhistas do Pan e Parapan e celebra os 10 anos da Bolsa Atleta

A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta quinta-feira (27.08), no Palácio do Planalto, de um evento que teve duplo significado: celebrar os 10 anos da Bolsa Atleta, programa do Ministério do Esporte que é o maior do mundo em patrocínio esportivo individual e direto; e recepcionar as delegações do país que disputaram os Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos, em Toronto, no Canadá.

 
Mais de cem atletas, entre olímpicos, paralímpicos e de modalidades não olímpicas prestigiaram o evento, além de autoridades como o ministro do Esporte, George Hilton; o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Nuzman; o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons; a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior; e o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira.
 
Dilma parabenizou os atletas e destacou a importância do esporte como instrumento de inclusão e superação, lembrando que o Bolsa Atleta, para além dos resultados conquistados, é fundamental no desenvolvimento de um legado esportivo para o país.
 
“Ao completar a primeira década, o Bolsa Atleta, que muitos falavam que não ia dar certo, quando a gente faz o balanço fica claro que, no teste de escala, o programa passou. Nós concedemos, agora em 2015, 6.093 bolsas e, em 2005, eram 975. Ao todo são 43 mil bolsas nesses 10 anos. Com esse ânimo é que nós pretendemos caminhar para assegurar que o maior legado das nossas Olimpíadas e Paralimpíadas seja essa formação de atletas de alto rendimento e de masssificação de todos os esportes”, disse a presidenta.
 
Foto: Francisco Medeiros/ MEFoto: Francisco Medeiros/ ME
 
O ministro do Esporte, George Hilton, afirmou que a continuidade do programa é fundamental para alcançar os resultados pretendidos. “Temos mantido todo o apoio que o governo pode oferecer. Nem mesmo com o contingenciamento que obrigou os ministérios a refazer gastos não comprometemos o Plano Brasil Medalhas, por entendermos que ele não pode sofrer descontinuidade e é fundamental para que esses atletas cheguem ao Rio com alta performance e chances reais de pódio”, afirmou.
 
 
Entre os vários campeões presentes, três foram chamados para falar em nome dos atletas: o nadador Thiago Pereira, recordista absoluto de medalhas na história dos Jogos Pan Americanos, com 23 pódios; a atleta paralímpica Terezinha Guilhermina, ouro nos 100m, 200m e 400m no Parapan de Toronto; e o patinador Marcel Stürmer, que na cidade canadense subiu ao lugar mais alto do pódio e, com isso, se tornou o único brasileiro na história a conquistar quatro medalhas douradas em Jogos Pan-Americanos.
 
“É uma ajuda que tenho certeza que mudou a vida de muita gente e aposto que a gente ainda tem muito a evoluir. Espero que a gente comemore daqui a 10 anos os 20 anos do Bolsa Atleta e que essa Olimpíada seja um grande divisor de águas para o Brasil”, disse Thiago Pereira. “O Bolsa Atleta e o programa da Caixa para atletas de alto rendimento transformaram o esporte paralímpico de um esporte amador para um esporte de profissionais. Que em 2016 tenhamos todos vocês no nosso time, com mais investimento, mais apoio, mas principalmente com o coração brasileiro e sem preconceito”, completou Terezinha.
 

Bolsa Atleta 10 anos

 
Retrato do programa
Além dos campeões que discursaram, vários atletas presentes na cerimônia falaram sobre suas experiências com o Bolsa Atleta. “No início, quando eu tinha dúvidas se seguiria como atleta ou se parava para trabalhar, a bolsa foi fundamental na escolha de continuar investindo na carreira. Durante anos foi minha única fonte de renda”, disse Joice Silva, primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha na luta olímpica em Jogos Pan-Americanos.
 
Ex-atleta da ginástica artística, Mosiah Rodrigues hoje é coordenador do programa. Para ele, um dos diferenciais é possibilitar ao atleta a gestão dos recursos. “No atletismo, eles precisam de um determinado material. Na ginástica, de outro. E os bolsistas têm essa flexibilidade. O principal é gerar essa oportunidade para o atleta fazer essa gestão e se preparar da melhor forma possível”, explica.
 
Sonho realizado
Antes dos discursos, os atletas assistiram a um vídeo que contava um pouco da história de três personagens que tiveram a vida transformada pelo apoio que receberam da Bolsa Atleta no início de suas carreiras: Davi Albino, bronze em Toronto na modalidade Greco-romana da luta olímpica; as irmãs Lohaynny e Luana Vicente, do badminton, prata nas duplas femininas no Pan (Lohaynny ainda ganhou o bronze nas duplas mistas ao lado de Alex Tjong); e Dirceu José Pinto, da bocha paralímpica, ouro nas duplas em Toronto.
 
 
 
 
“Eu queria pontuar aqui falando do José Carlos das Chagas. Para nós, ele é o Zé, acho que não tem nome mais brasileiro do que esse. E quando as pessoas colocam seus objetivos na vida, a gente vê uma pessoa como o Zé, que tem uma deficiência severa, sim, mas treina, se dedica, tem apoio e realiza um sonho. Ele tinha o sonho de ser campeão no Parapan e realizou. Nosso papel é esse, da forma mais profissional possível, construir pontes que ligam esses atletas, esses cidadãos brasileiros, aos seus sonhos. A gente os viu cantando o Hino Nacional com tanto orgulho e acho que é a vez de o Brasil se orgulhar deles também. Parabéns ao Bolsa Atleta: mais de 98% das medalhas da nossa delegação foram ganhas por bolsistas e isso é a prova viva de que esses 10 anos tem um resultado efetivo”, disse o presidente do CPB, Andrew Parsons. 
 

Confira os vídeos do Parapan 2015

 
Luiz Roberto Magalhães, Mateus Baeta e Vagner Vargas - Brasil2016.gov.br
Ascom - Ministério do Esporte
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