Ministério do Esporte Guerreiras desfilam beleza na passarela dos Jogos dos Povos Indígenas
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Guerreiras desfilam beleza na passarela dos Jogos dos Povos Indígenas

 

A arena da 12ª edição dos Jogos dos Povos Indígenas virou passarela da beleza, no Jardim Botânico, em Cuiabá. A atividade inédita denominada “Cunhã Porã” reuniu, na noite de domingo (10.11), as 35 mais belas mulheres indígenas do evento, entre 13 e 43 anos.

A apresentação foi dividida em duas partes. Na primeira,  em que o esporte foi exaltado, as índias apresentaram-se da mesma forma com que as jogadoras do futebol das aldeias entram campo: descalças e com  o uniforme do time, ou seja, short e a camisa dos jogos.

Mas foi na segunda etapa do desfile que as guerreiras demonstraram a tradição cultural de suas etnias. A cada convocação, elas entravam na passarela com um belo sorriso no rosto, exibindo cortes de cabelos de variados tamanhos  e usando vestes, adereços, cocares, maracás, plumagens e pinturas corporais diferenciadas. A plateia, com assento garantido nas areias da arena, ficou maravilhada.

Teatro
Duas atrações marcaram o intervalo do desfile. O grupo de teatro Cena – 11, de Cuiabá, apresentou a encenação de um casal composto por um índio e uma mulher branca. Eles  interpretaram o “Diálogo entre marido e mulher”. A conversa abordou a preocupação com os filhos, independentemente de raça, cor, condição social ou credo. Foram tratados problemas como drogas, alcoolismo, moradia e estudos. “Todas as questões abordadas pelo casal são vivenciadas pelas famílias diariamente”, reforçou a espectadora e dona de casa Ana Matia dos Anjos.

A segunda atração ficou por conta da indígena panamenha Iguandili López. Com um cocar na cabeça e maracá na mão, a bailarina apresentou uma dança latina e mereceu muitos aplausos do público.

Um dos pontos altos do desfile de beleza foi a presença da indigena Enenawati, do povo Matis, que habita o estado do Amazonas. A guerreira de 48 anos, que participa pela primeira vez dos Jogos, não se intimidou com a "concorrência" de mulheres bem mais jovens e foi ovacionada pelos indígenas e pelo público na arena de Cuiabá.

 

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Carla Belizária, de Cuiabá
Fotos: Francisco Medeiros
Ascom – Ministério do Esporte
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