Ministério do Esporte Secretaria do Esporte e Embaixada do Japão estudam ajustes em cooperação entre os países
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Conheça os principais programas e ações da Secretaria Especial do Esporte.
Videorreportagens, textos e fotos mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

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Secretaria do Esporte e Embaixada do Japão estudam ajustes em cooperação entre os países

Ao término dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, o bastão da organização do megaevento foi passado ao Japão. No próximo ano, será a vez de Tóquio receber atletas de mais de 200 nacionalidades e, para isso, o governo japonês tem aproveitado a troca de informações e experiências com o Brasil. Para alinhar o novo momento da cooperação entre os países e revisar os acordos firmados em 2016, o embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada, visitou nesta terça-feira (15.01) o secretário Especial do Esporte, Marco Aurélio Vieira.

“A cooperação entre Japão e Brasil está muito avançada. Nós, japoneses, temos aprendido muito com as autoridades brasileiras sobre as experiências nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro”, comentou o embaixador. “Em 2020, vamos ser anfitriões dos Jogos, então queremos continuar ainda mais a nossa cooperação e o intercâmbio de opiniões e experiências com as autoridades brasileiras”, completou.

Foto: Breno Barros/Secretaria Especial do Esporte do Ministério da CidadaniaFoto: Breno Barros/Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania

O memorando de cooperação esportiva entre os países foi assinado em outubro de 2016, durante o Fórum Mundial de Cultura e Esporte. “Eu acho que a aproximação com o Japão sempre é interessante. Nós temos vários esportes e interesses comuns. O Japão tem, e demonstrou isso já algumas vezes, um respeito muito grande pelo que a gente fez nas Olimpíadas, principalmente na parte de segurança e do orçamento”, destacou Marco Aurélio Vieira.

Uma das parcerias firmadas na ocasião teve como objetivo o envio de professores brasileiros de judô para o país asiático a fim de conhecerem a forma de ensino da modalidade nas escolas públicas japonesas. O curso do Instituto Kodokan, em parceria com a Universidade Tsukuba, já recebeu 15 profissionais brasileiros (sete em 2017 e oito no ano passado). A partir dos ensinamentos, a proposta é que a arte marcial seja introduzida no currículo de escolas públicas nacionais, principalmente com foco nos valores do judô, como disciplina e respeito.

Até o momento, foram observadas conquistas pontuais, sobretudo em escolas de cidades paulistas que conseguiram implementar a modalidade no currículo ou como atividade extracurricular. “É um trabalho de longo prazo, então queremos continuar e fortalecer ainda mais esse projeto, cooperando com a Secretaria do Esporte. Tenho uma expectativa positiva”, afirmou o embaixador.

Para o futuro secretário, é importante revisar os termos dos acordos e ouvir os participantes do curso antes de pensar nos próximos passos, mas a intenção é dar continuidade à parceria. “Estamos em um ano pré-olímpico. Há interesse do Japão, há nosso interesse. Então acho que a gente pode perfeitamente retomar os projetos e fazer isso acontecer”, apontou.

Segundo Marco Aurélio, a contribuição japonesa pode ir além do judô. “Eles têm muito mais para nos fornecer. Eles têm a parte da ginástica, de educação física, que é muito boa, e o judô pode ser a complementação disso”, exemplifica. “A ideia agora é rever esses acordos, e vamos tentar adequar ao momento político”, acrescentou.

Participaram também do encontro a secretária indicada para a Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), Carla Ribeiro; o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Luiz Celso Giacomini; o primeiro secretário da Embaixada do Japão, Hisayoshi Muto; e o terceiro secretário Takuya Okumura.

Tóquio 2020

Na expectativa para os Jogos de Tóquio, Akira Yamada conta que o país está em um bom caminho de preparação para sediar o maior evento esportivo do mundo. “Muitas instalações já estão quase prontas para receber os atletas. Este ano vamos ter uma Copa do Mundo de rúgbi. Então teremos muitos atletas de rúgbi no Japão e que vão usar algumas instalações das Olimpíadas. Ainda há muitos problemas que temos que solucionar, mas estamos fazendo muitos esforços”, adiantou.

E, como é de se esperar, os Jogos japoneses prometem ser repletos de surpresas tecnológicas. “Vamos introduzir tecnologias avançadas usando robôs e inteligência artificial para que atletas e torcedores possam se divertir no Japão. Queremos oferecer Jogos que surpreendam os visitantes”, avisou Yamada.

Ana Cláudia Felizola – Rededoesporte.gov.br

 
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