Ministério do Esporte Equipamentos abrem novos caminhos para o alto rendimento
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Esporte

 
Conheça os principais programas e ações do Ministério do Esporte.
Videorreportagens, textos e fotos mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

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Equipamentos abrem novos caminhos para o alto rendimento

Centro de Treinamento em Vitória foi um dos beneficiados com equipamentos. (Foto: Rodrigo de Oliveira/ Agência Caixa)Centro de Treinamento em Vitória foi um dos beneficiados com equipamentos. (Foto: Rodrigo de Oliveira/ Agência Caixa)

Ginástica

Plasticidade, beleza, força e precisão são alguns dos atributos que os ginastas, seja da modalidade artística, rítmica ou de trampolim, devem ter durante as apresentações. Em um esporte cujo objetivo é a busca pelo movimento perfeito, equipamentos de alto nível são fundamentais para o desenvolvimento dos atletas. Um convênio firmado entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), no valor de R$ 7,2 milhões, permitiu a maior compra de aparelhos da história da modalidade no país.

Da Alemanha foram importados 1.010 itens, sendo 300 aparelhos para ginástica artística, 618 para ginástica rítmica e 92 para ginástica de trampolim. São parte do pacote 166 itens auxiliares, como bancos, de fabricação nacional.

A estrutura dá condições para melhores resultados. Pela primeira vez na história, o país classificou uma equipe masculina de ginástica artística para as Olimpíadas. São 16 centros de treinamento, em 13 cidades das cinco regiões do país, beneficiados com os equipamentos de ginástica.

Entre os itens adquiridos com recursos do convênio estão: tablados, argolas, barras paralelas, traves, camas elásticas, conjuntos de colchões, paralelas assimétricas, mesa de salto, barra fixa, trampolim, cavalo com alças, pista acrobática, duplo mini (trampolim), conjunto de molas, telas para cama elástica, fitas, piso elástico, pares de maças, arcos, bolas, cordas, estiletes, tapetes, potes de magnésio, espaldares de madeira e banco sueco de madeira.

Ginásio Castelinho, no Maranhão, recebeu piso, tabela, placares e apontadores. (Foto: Danilo Borges/ ME)Ginásio Castelinho, no Maranhão, recebeu piso, tabela, placares e apontadores. (Foto: Danilo Borges/ ME)

Basquete

Com a criação da Liga Nacional de Basquete (LNB), que organiza torneios da base ao alto rendimento, no masculino e no feminino, a modalidade se fortaleceu nos últimos anos. O desenvolvimento também passa por melhorias na infraestrutura de clubes e de ginásios no país.

Entre 2010 e 2015, o Ministério do Esporte celebrou 16 convênios com a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e com a LNB, no valor total de R$ 49 milhões. Além da preparação das seleções masculina e feminina, os recursos serviram para equipar dez ginásios, nas cinco regiões do país, e outras 19 quadras de clubes que participam do Novo Basquete Brasil, da Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB) e da Interligas entre Brasil e Argentina.

Os kits entregues incluem piso flutuante, contadores, tabelas e placares. Equipamentos que proporcionam condições de igualdade entre clubes, aumento do nível técnico das partidas, melhorias nas condições de treinamento e queda no risco de lesões.

O salto de qualidade ainda conta com o aporte financeiro para projetos de descoberta de talentos. Para isso, a LDB conta com apoio do Ministério do Esporte no valor de R$ 11,1 milhões. A CBB ainda captou R$ 7 milhões pela Lei Agnelo/Piva entre 2013 e 2014.

Centro de Treinamento de tênis de mesa paralímpico em Brasília é a casa da seleção de cadeirantes. (Foto: Danilo Borges/ ME)Centro de Treinamento de tênis de mesa paralímpico em Brasília é a casa da seleção de cadeirantes. (Foto: Danilo Borges/ ME)

Tênis de mesa

Nos últimos anos o panorama do tênis de mesa vem mudando e diversos nomes de destaque surgiram no cenário nacional. Jovens talentos como Hugo Calderano, 19 anos, Lin Gui, 21 anos, Caroline Kumahara, 20 anos, e Bruna Takahashi, 15 anos, entre os olímpicos, além de Joyce Oliveira, 25 anos, e Bruna Alexandre, 20 anos, nos paralímpicos, começam a conquistar resultados expressivos e inéditos para o país. Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015, o Brasil voltou com dois ouros, três pratas e dois bronzes na modalidade. No Parapan, a melhor campanha de uma nação na história do torneio: 15 ouros, dez pratas e seis bronzes.

Essa projeção está conectada com os investimentos feitos da base ao alto rendimento. Por meio de convênios com o Ministério do Esporte, que somam mais de R$ 15 milhões, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) estruturou quatro centros de treinamento para a versão olímpica da modalidade no estado de São Paulo (São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Paulo e Santos) e dois paralímpicos (Piracicaba/SP, categoria andantes, e Brasília/DF, cadeirantes).

Os recursos também são usados para ajuda de custo aos atletas da seleção, contratação de comissão técnica e equipe multidisciplinar, aquisição de equipamentos e material esportivo (mesa, pisos, placares, bolas, redes, robôs lançadores, raquetes e uniformes), aparelhos de ginástica, fisioterapia e avaliação (câmeras, monitores, computadores). A CBTM ainda capta recursos via Lei de Incentivo ao Esporte, o que tem possibilitado intercâmbios com clubes do exterior, como o chinês Shandong Luneng.

No Amazonas, equipamentos dão apoio para que novos talentos do tiro com arco se desenvolvam.No Amazonas, equipamentos dão apoio para que novos talentos do tiro com arco se desenvolvam.

Tiro com arco

Um dos reflexos dos Jogos Rio 2016 é a popularização de modalidades sem muita tradição no país. Um exemplo está em Maricá (RJ), a 60 quilômetros da capital fluminense, que se tornou a “casa” do tiro com arco brasileiro. Na cidade está o centro de treinamento da seleção, que também serve para desenvolver um projeto que inclui escolas da rede pública municipal.

Para consolidação e continuidade do projeto, o Ministério do Esporte firmou convênio de R$ 207,6 mil com a prefeitura de Maricá. Além disso, foram repassados R$ 8,6 milhões pela pasta à Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTArco). Na cidade fluminense, os investimentos serviram para modernizar a infraestrutura e para comprar materiais, além de custear a realização e a participação em competições, reforçando a preparação para os Jogos Rio 2016.

Os recursos também permitiram aquisição de equipamentos (alvos, arcos, flechas, miras, protetores, dedeiras etc.) para modernizar infraestruturas no Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro (2), Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (2), além da contratação de um técnico e três auxiliares para cada um dos estados e investimentos na formação de núcleos das categorias infantil, cadete e juvenil.

Um dos convênios com a CBTArco tem como foco específico o aperfeiçoamento técnico dos atletas paralímpicos. Serão aplicados R$ 3,2 milhões em equipamentos para oito federações e para a contratação de treinadores e equipes multidisciplinares.

Davi Albino, beneficiado com a Bolsa Pódio, é uma das esperanças de medalhas para o Brasil.Davi Albino, beneficiado com a Bolsa Pódio, é uma das esperanças de medalhas para o Brasil.

Luta olímpica

A medalha de prata no campeonato mundial de luta olímpica, com a brasileira Aline Silva, em 2014, foi um passo importante no processo de divulgação e no crescimento da modalidade no país. Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015, o ouro inédito de Joice Silva e os bronzes de Davi Albino e da própria Aline mostraram que a evolução continua.

Lutadores profissionais e jovens iniciantes passaram a contar nos últimos anos com uma estrutura padronizada de equipamentos em todo o território nacional. Como parte do legado das Olimpíadas 2016, o Ministério do Esporte firmou sete convênios com a Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA), entre 2010 e 2014, que somaram cerca de R$ 14 milhões.

Os recursos foram aplicados na preparação dos atletas, com viagens para disputas de campeonatos internacionais, contratação de dez técnicos cubanos e estruturação do Centro Nacional de Alto Rendimento, no Rio de Janeiro (RJ). Mas a principal mudança veio depois da compra de equipamentos para auxiliar os lutadores.

Com um dos convênios, no valor de R$ 4,36 milhões, foram adquiridos 50 tapetes oficiais, 15 bonecos e 15 “ossos de lutas” (espécie de boneco sem cabeça, apenas com pernas e braços), além de dez bolsas G e outras dez bolsas GG. Os materiais foram distribuídos em 20 centros de treinamento de 17 estados brasileiros.

Taekwondo

Há pouco tempo, o taekwondo dependia exclusivamente da avaliação dos árbitros para definir a pontuação nos combates. Com atletas e golpes cada vez mais rápidos, os equívocos e resultados polêmicos eram inevitáveis. A mudança veio com o apoio da tecnologia.

Atualmente, os lutadores contam com coletes e capacetes eletrônicos, que denunciam quando são tocados, além de recursos como análise de vídeo para definir se o golpe foi válido ou não. São mudanças que oneraram a modalidade. Afinal, tecnologia custa caro, e acompanhar a evolução do taekwondo não tem sido simples.

Para não deixar a modalidade defasada, o Ministério do Esporte firmou convênio com a Confederação Brasileira de Taekwondo no valor de R$ 3,08 milhões. O objetivo foi modernizar a estrutura de preparação dos atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016, além de equipar federações de 15 estados com 300 placas de tatames (o suficiente para duas áreas de competição e uma de aquecimento), coletes, telões e câmeras.

Programa “Golfe para a Vida” populariza modalidade entre as crianças. (Foto: CBG) Programa “Golfe para a Vida” populariza modalidade entre as crianças. (Foto: CBG)

Golfe

De volta ao programa olímpico após mais de um século, o golfe busca se popularizar entre os brasileiros. Para atingir tal objetivo, o Ministério do Esporte celebrou convênio com a Confederação Brasileira de Golfe (CBG) no valor de R$ 3,12 milhões, que permitiu a aquisição de equipamentos, garantiu a manutenção de uma equipe multidisciplinar e a participação dos atletas em competições internacionais.

Em 2014, foram adquiridas seis unidades de cada um dos equipamentos, FlightScope X2 e Sam PuttLab. Os seis conjuntos móveis ficam nos locais de treinos que a CBG usa como base: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Santa Catarina e um que se reveza entre Pernambuco e Bahia.

O FlightSacope X2 analisa em três dimensões (3D) os ângulos de ataque à bola, trajetória e voo. O programa também detalha o comportamento do taco, como velocidade da cabeça, aceleração e planos de swing. O Sam PuttLab analisa em câmera lenta a precisão da tacada, fornecendo 28 parâmetros, como duração do movimento, rotação e tempo de impacto.

Paralelamente, o programa “Golfe para a Vida” capacitou cerca de 300 professores de educação física e beneficiou mais de 60 mil jovens. O projeto conta com recursos captados via Lei de Incentivo ao Esporte.

Vôlei

Se tem um esporte olímpico em que o Brasil conquistou o status de favorito, é o vôlei. Não importa se a disputa ocorre na quadra ou na areia, entre seleções ou duplas, sejam elas femininas ou masculinas. O país é sempre um adversário difícil de ser batido. Ao vestir o uniforme, os atletas brasileiros ostentam simbolicamente uma coleção invejável de conquistas olímpicas: nove medalhas no vôlei de quadra e 11 no vôlei de areia.

Nos Jogos Rio 2016, o esporte enfrentará o grande desafio de manter a performance jogando em casa. E, para isso, a modalidade conta com apoio do Governo Federal. Entre 2010 e 2015, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) celebrou 15 convênios com o Ministério do Esporte, sendo nove específicos para o vôlei de praia. Ao todo, foram investidos R$ 48,2 milhões nas duas modalidades.

Os recursos permitiram a aquisição de computadores, câmeras de vídeo, projetores, equipamentos de musculação e de fisioterapia, além da preparação de atletas, a participação em torneios nacionais e internacionais e o desenvolvimento das categorias de base. O convênio possibilitou melhorias no centro de treinamento da seleção, em Saquarema (RJ). Patrocinada pelo Banco do Brasil desde 1991, a CBV recebe apoio de R$ 80 milhões ao ano, além de patrocínio individual para atletas do vôlei de praia e de quadra.

A judoca Sarah Menezes exibe a medalha de ouro conquistada nas Olimpíadas de Londres 2012.A judoca Sarah Menezes exibe a medalha de ouro conquistada nas Olimpíadas de Londres 2012.

Judô

Para manter a tradição da modalidade de conquistas olímpicas (são 19 medalhas brasileiras na história), o Ministério do Esporte celebrou, entre 2010 e 2014, oito convênios com a Confederação Brasileira de Judô (CBJ). O montante chega a R$ 25,4 milhões e foi destinado para a aquisição de equipamentos, preparação das seleções de base e contratação de comissão técnica permanente para a seleção principal.

Os investimentos também beneficiam o judô para cegos. Em convênio de 2010 com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), no valor de R$ 810,3 mil, o Ministério do Esporte aportou recursos para a preparação da seleção brasileira permanente. Ainda com o CPB, a pasta celebrou, em 2013, convênio no valor de R$ 38,2 milhões para a preparação e treinamento de seleções em 16 modalidades, entre elas o judô.

Outros recursos foram repassados aos clubes em convênios que datam de 2013. O Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, recebeu R$ 784,7 mil para aquisição de materiais esportivos e tecnológicos para atender diretamente 200 atletas de ponta e da base em seis modalidades, como o judô. Com a mesma finalidade e atendendo quatro esportes, dentre eles o judô, o valor para o Grêmio Náutico União, de Porto Alegre, foi de R$ 4 milhões.

Para a Federação de Judô do Rio de Janeiro, o Governo Federal destinou R$ 379,3 mil, em 2011, para viabilizar a participação de atletas no Grand Prix Nacional. Por fim, a Fundação Municipal de Esporte de Campo Grande, recebeu R$ 178,9 mil para financiar o projeto Esperança Olímpica que beneficia 83 judocas das categorias sub 13 a sub 23.

Associação Miratus forma atletas do badminton há 15 anos. (Foto: Brasil 2016)Associação Miratus forma atletas do badminton há 15 anos. (Foto: Brasil 2016)

Badminton

A distância entre a sede da Associação Miratus de Badminton e o Riocentro, ambos na Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), não chega a 20 quilômetros. Mas poderia ser imenso o abismo entre um programa social na comunidade da Chacrinha e uma participação olímpica nos Jogos de 2016. Entretanto, o brasileiro mais bem colocado no ranking mundial é Ygor Coelho, que desde pequeno treina no projeto.

Fundador da Miratus, Sebastião de Oliveira ajuda, há mais de 15 anos, a revelar talentos e exemplos para o país. Em 2000, a Associação foi formalizada e, desde então, milhares de crianças e adolescentes passaram pelo projeto, que também oferece atividades como aulas de reforço escolar, música, gastronomia, teatro e capoeira.

Convênio firmado entre o Ministério e a Confederação Brasileira de Badminton, de mais de R$ 2,2 milhões, permitiu a compra de equipamentos, ampliação das instalações e contratação de equipe multidisciplinar. Por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, a associação vem captando recursos desde 2008 para manter o trabalho.

O apoio à modalidade também resultará na construção do primeiro centro de treinamento no Nordeste, o Complexo Esportivo de Badminton, em Teresina. O investimento de R$ 4,1 milhões é resultado de uma parceria do Ministério do Esporte com a Universidade Federal do Piauí.

Foto: Confederação Brasileira de EsgrimaFoto: Confederação Brasileira de Esgrima

Esgrima

Presente em todas as edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, mas ainda sem tradição em terras brasileiras, a esgrima recebeu mais de R$ 4,7 milhões em investimentos do Ministério do Esporte.

Os recursos serviram para custear a aquisição de equipamentos de alto nível: pistas de alumínio, aparelhos de sinalização de toques com monitor, carretel de conexão entre os esgrimistas e o sinalizador, cronômetros, balanças digitais e kits completos de roupa - via convênios celebrados com a Confederação Brasileira de Esgrima.

Os investimentos foram aplicados, ainda, na participação de atletas em competições internacionais, além de estágio e treinamento fora do país.

Entrega de equipamentos

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