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Basquete brasileiro volta a vencer nos Jogos Escolares Sul-Americanos de Arequipa

As equipes masculina e feminina do basquete brasileiro deram mais um passo na tentativa da conquista do título nos Jogos Escolares Sul-Americanos 2018, disputados em Arequipa, no Peru. Nesta terça-feira (4.12), as meninas enfrentaram e venceram a equipe do Uruguai, enquanto os meninos derrotaram o Paraguai.

A equipe brasileira masculina, com o técnico Ricardo Oliveira. Foto: Clóvis Souza/MEA equipe brasileira masculina, com o técnico Ricardo Oliveira. Foto: Clóvis Souza/ME

O time feminino, formado por alunas da escola Santa Mônica Centro Educacional – Madureira, do Rio de Janeiro, foi escolhido para representar o Brasil por ser o campeão dos Jogos Estudantis de 2017. Embora a escola tenha representado o Brasil nos Jogos Estudantis Sul-Americanos do ano passado, realizados em Cochabamba, na Bolívia, quando conseguiu o quinto lugar, a equipe, que reúne alunas com idade entre 12 e 14 anos, veio bastante renovada. Por isso, na opinião do técnico Guilherme Vos, boa parte das atletas ainda sente o nervosismo de participar pela primeira vez de uma competição internacional. Soma-se a isso os efeitos da altitude, já que Arequipa encontra-se a quase 2.500 metros acima do nível do mar.

As dificuldades, contudo, não chegaram a influenciar muito no desempenho do time no jogo desta terça-feira. O grupo só apresentou alguma dificuldade no começo do primeiro quarto da partida, quando as brasileiras tiveram que se acostumar à rapidez inicial aplicada pelas adversárias. Mas a partir do segundo quarto o jogo ficou mais tranquilos, resultado de algumas mexidas táticas efetuadas pelo treinador brasileiro. Assim, o Brasil terminou a partida com 23 pontos de vantagem, com o placar de 44 x 21.

Resultado Masculino

No masculino, o Brasil enfrentou a equipe do Paraguai e saiu vencedor pelo placar 49 x 39. Apesar da diferença final no placar ter sido de apenas de dez pontos, o jogo não chegou a ser muito difícil para os brasileiros. “O time subiu de produção em relação aos jogos anteriores e agora começou a jogar mais solto”, analisou o técnico Ricardo Oliveira, que treina essa mesma equipe no colégio Santa Dorotéia, de Brasília.

Foto: Clóvis Souza/MEFoto: Clóvis Souza/ME

Ricardo destacou que seus jogadores souberam enfrentar e superar a marcação por zona feita pelos paraguaios. Os brasileiros terminaram em desvantagem apenas no terceiro quarto, quando saíram atrás por dez pontos de diferença. No último quarto, a equipe jogou muito bem, reverteu a desvantagem e chegou a mais uma vitória.

O Destaque do time foi o armador Danilo, remanescente do time que jogou o Sul-Americano de 2017 e é o atual capitão da grupo. “Ele botou o time ordem e manteve o emocional do time equilibrado para poder fechar esse jogo. Isso fez a diferença, Mas, coletivamente, a equipe jogou muito bem”, destacou Ricardo Oliveira.
Sobre o comportamento do time daqui para frente, o técnico prefere pensar jogo a jogo, mas tem uma expectativa: Espera vencer o Chile nesta quarta-feira (5.12) e, em seguida, vencer o Peru para tornar a enfrentar o Paraguai no jogo final e, então, “ver o time se tornar campeão”.

Clóvis Souza, de Arequipa, no Peru
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