Ministério do Esporte Colaboração ente Conselho Ibero-americano de Esporte e a liga espanhola de futebol mira fim da violência nos estádios e esporte mais inclusivo
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Colaboração ente Conselho Ibero-americano de Esporte e a liga espanhola de futebol mira fim da violência nos estádios e esporte mais inclusivo

Com um acordo de colaboração acertado em julho de 2017, o Conselho Ibero-americano de Esporte (CID) e a La Liga, responsável pelo campeonato de futebol da Espanha, reafirmaram nesta sexta-feira (27.04), em Cali, na Colômbia, a disposição de unir esforços em torno de dois objetivos principais: acabar com a violência nos estádios e tornar o futebol cada vez mais inclusivo.

Formado pelos países da América Latina mais Espanha e Portugal, o CID realizou sua 24ª assembleia ordinária em meio a discussões sobre como tornar o futebol sul-americano mais atrativo para o público europeu. Uma das preocupações dos representantes de Brasil e Argentina é justamente o aumento do consumo de futebol europeu entre os torcedores sul-americanos, em especial a Liga Espanhola, em que jogam Barcelona e Real Madrid, dois dos maiores times do mundo.

Integrantes do Conselho Ibero-americano de Esporte e a La Liga. Foto: Matheus Baeta/MEIntegrantes do Conselho Ibero-americano de Esporte e a La Liga. Foto: Matheus Baeta/ME

De acordo com o secretário de Esportes da Argentina, Carlos Mac Allister, esse consumo de futebol de outras regiões na América do Sul é hoje uma via de mão única, já que o interesse dos europeus pelo futebol sul-americano não é o mesmo. Para Mac Allister, o apelo mundial do futebol praticado no Brasil, Argentina e Uruguai, por exemplo, é enorme, e os países poderiam aprender com a experiência da La Liga, considerada um dos melhores campeonatos de clubes do mundo, como chegar a um público maior.

Para Javier Tebas, presidente da La Liga, um campeonato de futebol atrativo tem por princípio básico a não violência nos estádios.  “Não é possível ter barra bravas”, citou, se referindo aos torcedores extremistas argentinos, causadores de problemas de violência nos estádios do país.

Além do combate à violência, Tebas defendeu o futebol como ferramenta de inclusão. Para ele, investir no desenvolvimento do futebol feminino é fundamental não apenas por causa dos ganhos sociais possibilitados pelo esporte, mas também porque estabelece um público consumidor ainda maior para a modalidade. 

Antidopagem

A assembleia do Comitê Ibero-americano de Esporte também contou com a participação de Maria José Pesce, diretora da Agência Mundial Antidoping (Wada) para a América Latina, que reiterou a preocupação e os esforços no combate ao doping na região, e de representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e da Associação de Internacional de Imprensa Esportiva (AIPS).

De Cali (Colômbia) – Matheus Baeta – Ministério do Esporte

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