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Videorreportagens, textos e fotos mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

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Com mensagem contra o preconceito, Jogos Parapan-Americanos começam em Lima

Uma história de resiliência e amizade com um convite para quebrar o preconceito contra as pessoas com deficiência foi a mensagem transmitida ao mundo durante a cerimônia de Abertura dos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019. Diante de um público de cerca de 50 mil pessoas que lotaram as arquibancadas do Estádio Nacional, os peruanos deram as boas-vindas aos 1.800 atletas das Américas, de 30 países, que irão buscar medalhas no megaevento. O secretário Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, representou o governo brasileiro na cerimônia da noite desta sexta-feira (23.08).

 

Leomon Moreno, um dos melhores jogador do mundo no goalball, foi o porta-bandeira da delegação brasileira Foto: Ale Cabral/CPBLeomon Moreno, um dos melhores jogador do mundo no goalball, foi o porta-bandeira da delegação brasileira Foto: Ale Cabral/CPB

 

O Brasil foi a quinta nação a entrar no Estádio Nacional. O brasiliense Leomon Moreno, que completou 26 anos na última quarta-feira (21.08), liderou a festa verde e amarela. Carregando a bandeira nacional, o melhor jogador de goalball do mundo comandou a entrada da maior delegação no desfile dos Jogos Parapan-Americanos.

 

Leomon conta no currículo a medalha de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 e bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e prata nos Jogos de Londres 2012. Somam-se ainda dois títulos mundiais da modalidade: na Finlândia, em 2014, e na Suécia, em 2018.

 

Rompendo preconceitos

A cerimônia de abertura lembrou o passado e ressaltou aos presentes a importância dos valores do esporte na vida e na construção do futuro da sociedade. Ela contou com 436 artistas, entre voluntários e produção, em um espetáculo de 1h58min de duração. Hansel Cereza, responsável pela direção artística e cênica do evento, utilizou 50 artistas com deficiência, que desempenharam papeis de acrobatas, dançarinos e protagonistas.

 

A cerimônia contou com a presença do presidente do Peru, Martín Vizcarra, do presidente do Comitê Pan-Americano, Neven Ilic, e do presidente do Comitê Paralímpicos das Américas (CPA), Julie Dussliere. Décio Brasil representou o governo brasileiro no evento.

 

"Tenho muita satisfação de participar desta festa do esporte paralímpico. Tivemos excelentes resultados em outras ocasiões e aqui em Lima não será diferente. O governo federal colabora com o esporte paralímpico nacional dando condições ao atleta de ter um algo mais para levar adiante o treinamento e obter resultados", disse Décio Brasil. Ele lembrou que dos 315 atletas da delegação brasileira no Parapan, 261 (82,8%) são contemplados pelo programa Bolsa Atleta.

 

Foto: Douglas Magno / EXEMPLUS/CPBFoto: Douglas Magno / EXEMPLUS/CPB

 

Os artistas contaram uma fábula para mostrar que a diversidade e as diferenças são importantes para o desenvolvimento de uma sociedade. Assim, a direção artística da festa criou uma experiência ao transmitir novas sensações e abrir a consciência para quebrar as barreiras e alimentar um novo espírito de respeito e igualdade entre as pessoas.

 

No meio do Estádio Nacional foi construída uma replica do Obelisco, representando a cultura Chavín (1.200 a.c - 200 a.c). A escultura serviu como tela para projeções que mudavam o cenário durante as apresentações e danças. A banda Bareto, que criou a versão da música tradicional peruana chamada Cariñito, que se tornou o hino dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Lima, encerrou a celebração do esporte paralímpico.

 

Delegação brasileira

A delegação verde e amarela busca em Lima manter a hegemonia nos Jogos Parapan-Americanos, já que liderou o quadro de medalhas nas três últimas edições: Rio 2007, Guadalajara 2011 e Toronto 2015. Para isso, o país terá a maior delegação de sua história: são 315 atletas, dos quais 261 (82,8%) são beneficiados pelo programa Bolsa Atleta da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. Eles vão disputar todas as 17 modalidades programadas.

 

No total, a delegação brasileira é composta por 512 pessoas, incluindo treinadores, comissão técnica, atletas-guia e equipe de apoio. Na história dos Jogos, os brasileiros já conquistaram 1.026 medalhas, sendo 445 de ouro, 310 de prata e 271 de bronze. Na última edição, em Toronto 2015, foram 257 pódios: 109 medalhas de ouro, 74 de prata e 74 de bronze. Para 2019, a meta é manter o desempenho, superando a barreira dos 100 ouros.

 

Com 315 atletas, o Brasil é a maior delegação dos Jogos 2019. Foto: Washington Alves/EXEMPLUS/CPBCom 315 atletas, o Brasil é a maior delegação dos Jogos 2019. Foto: Washington Alves/EXEMPLUS/CPB

 

Breno Barros, de Lima, Peru - Asco - Ministério da Cidadania

Secretário especial do Esporte representa o Brasil na abertura dos Jogos Parapan-Americanos

A festa de abertura dos Jogos Parapan-Americanos de Lima, realizada no Estádio Nacional, na noite desta sexta-feira (23.08), contou com a presença do secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, que representou o governo brasileiro.

Décio Brasil assistiu à cerimônia ao lado de autoridades como o presidente peruano, Martín Vizcarra, o prefeito de Lima, Jorge Muñoz, e o presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), o brasileiro Andrew Parsons.

Décio Brasil representou o governo brasileiro na cerimônia de abertura dos Jogos Parapan-Americanos. Foto: Isabela Salles/Ministério da CidadaniaDécio Brasil representou o governo brasileiro na cerimônia de abertura dos Jogos Parapan-Americanos. Foto: Isabela Salles/Ministério da Cidadania

Na noite de quinta-feira (22.08), o secretário especial do Esporte participou de evento do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), no hotel Marriott, em Lima, que reuniu presidentes de confederações e patrocinadores para marcar o início dos Jogos Parapan-Americanos de Lima.

“Tenho muita satisfação de participar desta festa do esporte paralímpico. Tivemos excelentes resultados em outras ocasiões e aqui em Lima não será diferente. O governo federal colabora com o esporte paralímpico nacional dando condições ao atleta de ter um algo mais para levar adiante o treinamento e obter resultados”, disse Décio Brasil, lembrando que, dos 315 atletas da delegação brasileira no Parapan, 261 (82,8%) são contemplados pelo programa Bolsa Atleta.

“A Secretaria Especial do Esporte não poderia deixar de estar presente em Lima. Fiz questão de vir pessoalmente ao Parapan para acompanhar de perto a cerimônia de abertura e algumas competições”, afirmou o secretário, que na manhã desta sexta-feira, antes mesmo da abertura oficial, assistiu à estreia vitoriosa da Seleção Brasileira de rúgbi em cadeira de rodas sobre a Colômbia por 48 x 41.

O anfitrião, Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), agradeceu o apoio do governo federal. “É uma satisfação muito grande contar com a presença do secretário especial do Esporte, Décio Brasil. Mostra que nossa parceria com o governo federal é fundamental para o desenvolvimento do movimento paralímpico”.

Mizael também destacou o trabalho das confederações de modalidades paralímpicas. “Quero cumprimentar de maneira muito especial a todos os presidentes de confederações. Os resultados certamente acontecerão aqui em Lima e muito provavelmente os gestores serão pouco lembrados. É claro que os atletas são as estrelas, mas, se não fosse pelo trabalho árduo das confederações, não conseguiríamos chegar até aqui”, agradeceu.

Além do presidente do CPB, Mizael Conrado, e do secretário especial do Esporte, Décio Brasil, o evento de quinta à noite reuniu os ex-presidentes do CPB, João Batista Carvalho e Vital Severino, o vice-presidente da Braskem – patrocinadora do CPB há cinco anos –, Marcelo Arantes, e dirigentes de oito confederações que administram modalidades paralímpicas: Tênis de Mesa, Ciclismo, Deficientes Intelectuais, Deficientes Visuais, Basquetebol em Cadeiras de Rodas, Rugby em Cadeiras de Rodas, Badminton e Desporto para Deficientes.

Paulo Rossi – Ministério da Cidadania, de Lima

 

Brasil estreia com vitória no rúgbi em cadeira de rodas no Parapan

O Brasil estreou com vitória na disputa do rúgbi em cadeira de rodas nos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019. Nesta sexta-feira (23.08), a seleção brasileira, jogando no Polidesportivo Villa El Salvador, superou a Colômbia por 48 x 41 na primeira partida do time na fase eliminatória. Neste sábado (24.08), a equipe tem mais dois compromissos: contra o Canadá, às 12h (horário de Brasília), e contra os Estados Unidos, às 17h. No domingo, os desafios são contra a Argentina (11h) e Chile (19h), partidas que decidirão os classificados às semifinais.

José Higino (D) está na seleção desde 2011. Foto: Francisco Medeiros/ Ministério do EsporteJosé Higino (D) está na seleção desde 2011. Foto: Francisco Medeiros/ Ministério do Esporte

Capitão do time brasileiro, o brasiliense José Higino comemorou o resultado contra a Colômbia e fez uma projeção do caminho do Brasil em Lima. "Hoje jogamos contra um adversário que sabíamos que seria difícil. Conseguimos controlar o jogo e isso vai nos ajudar na progressão do campeonato. No sábado, temos os dois jogos mais difíceis dessa fase de classificação. A tabela foi um pouco ingrata, colocou os três jogos mais difíceis no começo. Queremos beliscar uma vitória ou até as duas contra o Canadá e Estados Unidos. É mais difícil, mas estamos nos preparando para isso e, para depois, enfrentarmos o Chile e a Argentina e aí lutarmos para buscar essa semifinal".

Higino também falou sobre a sensação de disputar mais um megaevento com a seleção brasileira, que defende desde 2011, já tendo participado do Parapan de Toronto 2015 e das Paralimpíadas Rio 2016. "A emoção é indescritível. A gente já teve essa experiência no Rio, com a torcida a nosso favor. Aqui, estamos um pouco longe de casa, mas sabemos que está todo mundo lá nos apoiando, torcendo e com orgulho da gente. O que a gente se esforça para fazer é deixar o povo brasileiro orgulhoso e também nossas famílias e nossos amigos. É muito gratificante estar em um evento e representar milhões de pessoas e também essa camada da população com deficiência, que precisa de uma atenção especial".

Foto: Rodolfo Vilela/ Ministério da CidadaniaFoto: Rodolfo Vilela/ Ministério da Cidadania

O secretário Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, representante do governo brasileiro no Parapan de Lima, acompanhou o triunfo dos brasileiros no ginásio e disse que ficou surpreso com o que viu. "Fiquei impressionado com a agilidade e com a capacidade estratégica de cada jogador em se livrar do marcador e conduzir a bola até a área de pontuação. Para mim foi uma experiência muito gratificante", afirmou.

Décio Brasil e Mizael Conrado. Foto: Francisco Medeiros/ Ministério da CidadaniaDécio Brasil e Mizael Conrado. Foto: Francisco Medeiros/ Ministério da Cidadania

Décio falou ainda sobre a atmosfera dos Jogos Paparan-Americanos e sobre o entusiasmo de toda a delegação por representar o país no maior evento esportivo do continente. "É uma honra poder estar aqui e ter essa oportunidade de estreitar os contatos com o Comitê Paralímpico Brasileiro e acompanhar de perto os atletas da delegação do Brasil. Ontem (22.08), tivemos uma experiência muito emocionante no hasteamento da bandeira do Brasil na Vila Paralímpica. A maior delegação que está aqui em Lima é a brasileira e a emoção que eles passam e a vibração contagiam todo mundo. Essa parceria só tem bons frutos a render", continuou Décio Brasil.

O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado, também acompanhou a estreia do Brasil no rúgbi. "A expectativa é positiva. O clima é muito bom. O Brasil começou muito bem aqui em Lima e nossa torcida é para que continue assim para que nessa próxima semana possamos fazer o hino do Brasil tocar muitas vezes por aqui".

Dos 12 atletas da seleção brasileira de rúgbi em cadeira de rodas que estão em Lima, nove recebem a Bolsa Atleta do governo federal. Oito são beneficiados pela categoria paralímpica e um integra a categoria internacional. No total, o investimento anual nesses atletas é de R$ 319,8 mil.

"O Bolsa Atleta tem ajudado a gente a se manter no esporte. O rúgbi, particularmente, é muito caro, os equipamentos são caros. A Bolsa é de fundamental importância para a nossa manutenção e para a nossa melhora no esporte", frisou o capitão José Higino.

Luiz Roberto Magalhães, de Lima, no Peru – rededoesporte.gov.br

Com maior delegação da história, Brasil quer manter hegemonia no Parapan

Com o início oficial dos Jogos Parapan-Americanos de Lima – a cerimônia de abertura está marcada para as 21h desta sexta-feira (23.08), no Estádio Nacional, na capital peruana –, a delegação nacional se empenha na luta para manter a hegemonia na competição, já que liderou o quadro de medalhas nas três últimas edições: Rio 2007, Guadalajara 2011 e Toronto 2015. Para isso, o país terá a maior delegação de sua história: são 315 atletas que vão disputar todas as 17 modalidades programadas.

No total, a delegação brasileira é composta por 512 pessoas, incluindo treinadores, comissão técnica, atletas-guia e equipe de apoio. Desde 1999, os brasileiros conquistaram 1.026 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, sendo 445 de ouro, 310 de prata e 271 de bronze. Na última edição, em Toronto 2015, foram 257 pódios: 109 medalhas de ouro, 74 de prata e 74 de bronze. Para 2019, a meta é manter o desempenho, superando a barreira dos 100 ouros.

Foto: Francisco Medeiros/Ministério da CidadaniaFoto: Francisco Medeiros/Ministério da Cidadania

"A expectativa é grande e muito positiva. Trabalhamos muito para chegar aqui. Esses atletas têm muito merecimento. É a nossa maior delegação da história e a expectativa é de que a gente possa seguir liderando e que o Brasil possa fazer uma grande participação aqui em Lima", disse o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado.

O secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, que está em Lima para acompanhar de perto os atletas nos primeiros dias de competição, ressaltou que 261 dos 315 atletas da delegação brasileira no Parapan, ou 82,8% do total, são beneficiados pelo Programa Bolsa Atleta do Ministério da Cidadania.

"O Bolsa Atleta é uma ferramenta muito importante para o esporte nacional. É a contribuição que o governo federal faz para que possamos ter representações de alto nível, como foi no Pan, como é agora no Parapan e, se Deus quiser, como vai ser nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio em 2020", projetou.

Décio também lembrou que uma das medidas dos primeiros 100 dias do governo do presidente Jair Bolsonaro foi recompor o orçamento do programa. Em abril, houve um aporte de R$ 70 milhões ao Bolsa Atleta, o que dobrou o número de atletas apoiados pela iniciativa, passando de 3.058 para 6.199, priorizando as categorias de base.

Entre os beneficiados pela lista publicada em abril, 15 estão na delegação brasileira no Parapan. "O Brasil é um dos poucos países que veio com a força máxima para competir em todas as modalidades. O Bolsa Atleta também propiciou isso. Sete atletas da seleção de basquete em cadeira de rodas que estão aqui foram beneficiados pela recomposição do Bolsa Atleta, entre outros nomes, de outras modalidades", frisou o secretário.

O investimento anual nos 261 bolsistas da delegação é de R$ 18,1 milhões. Das 17 modalidades com participação brasileira, 16 contam com bolsistas. Apenas o Futebol de 7, que saiu do programa dos Jogos Paralímpicos, não tem bolsistas. Dos 315 atletas, 291 (92,4%) já receberam Bolsa Atleta em algum momento de suas carreiras.

"O Bolsa Atleta é um marco para o esporte paralímpico. Posso dizer que há um esporte paralímpico antes e um depois do Bolsa. A maior parte desses atletas aqui não teria condições de ter a qualidade de treinamento que têm se não fosse pelo programa. O esporte é cada vez mais competitivo e à medida que a competitividade aumenta, há necessidade de mais recursos para custear alimentação, suplementação, qualidade de treinamento. Então, certamente o Bolsa Atleta é responsável por boa parte dos que estão aqui", disse o presidente do CPB, Mizael Conrado.

Carlos Henrique Garletti, atleta do tiro esportivo, modalidade que vai estrear nos Jogos Parapan-Americanos em Lima, ressaltou que o Bolsa Atleta tem relevância desde as categorias de base até o alto rendimento. "É primordial para que você tenha esse desenvolvimento. Se você quer ter resultado no esporte, é a melhor alternativa que você tem", disse.

"O Bolsa Atleta me ajudou muito em relação à alimentação, a ter uma nutricionista e em relação a tudo na vida de um atleta. O Bolsa Atleta nos proporciona coisas que talvez se a gente não tivesse esse apoio, não conseguiríamos. É muito importante", completou Júlio Cezar Braz, do rúgbi em cadeira de rodas.

Maior edição da história
Os Jogos em Lima ficarão marcados como a maior edição da história do evento. As 17 modalidades reúnem 1.890 atletas, de 33 países. As disputas começaram nesta quinta-feira (22.08), com as partidas do tênis de mesa, e o Parapan segue até 1º de setembro. Três modalidades foram incluídas no programa em Lima: parabadminton, parataekwondo e tiro esportivo.

"Não tenho dúvidas de que esses serão grandes Jogos Parapan-Americanos. Lima tem tudo para bater o recorde de ingressos vendidos numa edição do Parapan e já é responsável por uma mudança de percepção em relação às pessoas com deficiência, não somente na cidade como em todo país", afirmou o presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), o brasileiro Andrew Parsons.

A hospitalidade do povo peruano foi destacada pelo secretário especial do Esporte, Décio Brasil. "É um povo muito receptivo, fazem questão de se apresentar bem, de demonstrar respeito pelas pessoas. Eles têm um tratamento especial, particularmente com os brasileiros", disse.

Para o embaixador do Brasil no Peru, Rodrigo Soares Baena, a longa tradição de amizade e cooperação entre os países fará com que os atletas brasileiros tenham uma torcida especial no Parapan. "Para nós, é motivo de grande alegria a realização dos Jogos no Peru. Nós temos uma relação estreita e nossa presença aqui é sempre aguardada. Somos muito bem-vindos pelos peruanos, que são pessoas acolhedoras. A expectativa é de uma participação brilhante e tenho certeza de que os peruanos, a exemplo do que fizeram no Pan, serão nossos torcedores, evidentemente depois de seu próprio país", afirmou.

"Há uma energia muito boa e contagiante aqui na capital peruana. A gente está muito feliz por estar aqui e pela maneira como fomos recebidos. Eles fizeram tudo com carinho, atenção e cuidado com os detalhes. Só tenho a elogiar o Comitê Organizador e o povo peruano", completou Mizael Conrado.

Mateus Baeta, de Lima, Peru - Ascom - Ministério da Cidadania

 

ABCD intensifica ações antidopagem com organizações internacionais

A equipe da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) reuniu-se, na manhã desta sexta-feira (23.8), com o Instituto de Organizações Nacionais Antidopagem (INADO) para pontuar ações efetivas no combate à dopagem e sugerir propostas de eficiência no intercâmbio entre organizações nacionais junto à Agência Mundial Antidopagem (WADA, na sigla em inglês). A reunião foi realizada por meio de uma conferência virtual e contou com representantes do Canadá, Jamaica, Camarões, Dinamarca e França.
 
Dentre os pontos sugeridos pela ABCD durante a reunião está a possibilidade de reforçar as reivindicações diante da WADA, maior participação da Autoridade Brasileira em grupos de atuação específica, a padronização de classificação de itens laboratoriais e um comprometimento mais efetivo diante das informações e comunicados por parte das Federações Internacionais. 
 
Para a secretária da ABCD, Luisa Parente, essa integração faz parte de um conjunto de ações que visa aprimorar as práticas das organizações de antidopagem. “Estreitar as relações internacionais, participar dos grupos e acompanhar em tempo real a evolução dos assuntos relacionados ao combate à dopagem é de extrema importância para a ABCD, considerando o contexto mundial do tema”, afirmou.
 
Ascom - Ministério da Cidadania

Secretário Washington Cerqueira participa de abertura da 23ª Navamaer

A convite do Ministério da Defesa, o secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social, Washington Cerqueira, participou da cerimônia de abertura da 53º edição da Navamaer - Competições Desportivas entre as Escolas de Formação Militar das Forças Armadas (Escola Naval, Academia Militar das Agulhas Negras e Academia da Força Aérea). O evento foi realizado nesta sexta-feira (23.8), na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga, São Paulo. 
 
Entre as modalidades, atletismo, basquete, esgrima, futebol, judô, natação, orientação, pentatlo militar, tiro, voleibol e xadrez. Em conjunto com as competições NAE e Marexaer, participam aproximadamente 1,5 mil alunos das instituições de ensino militar de todo Brasil. As competições são reconhecidas como importante contribuição para a formação dos futuros oficiais e graduados. 
 
Ascom – Ministério da Cidadania
 

Edital de escolha da OSC que levará a delegação brasileira aos Jogos Sul-Americanos é lançado

O Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS), lançou edital de chamamento público para escolha de Organização da Sociedade Civil (OSC) que viabilizará participação da delegação brasileira na 25ª edição dos Jogos Sul-Americanos Escolares.
 
O edital seguirá aberto até as 23h59 do dia 18 de setembro para apresentação das propostas, pela plataforma eletrônica do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV. O resultado preliminar das propostas classificadas será divulgado no dia 25 de setembro. O edital apresenta as modalidades que irão compor a delegação, como xadrez, atletismo (também para atletas com deficiência intelectual), basquetebol, handebol, futsal, natação, tênis de mesa, judô, voleibol e vôlei de praia.
 
A 25ª edição dos Jogos Sul-Americanos Escolares ocorrerá em Assunção, de 15 de novembro a 15 de dezembro de 2019. 
 
Ascom – Ministério da Cidadania
 

Secretário Décio Brasil visita estrutura da Vila Parapan-Americana em Lima

O secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, conheceu nesta quinta-feira (22.08) a estrutura da Vila Parapan-Americana de Lima, no Peru. O chefe de missão e diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Alberto Martins da Costa, mostrou ao secretário o edifício que hospeda os 337 atletas brasileiros, maior delegação entre os países que participam do Parapan de Lima.

Nadador Daniel Dias e o secretário Especial do Esporte, Décio Brasil. Foto: Francisco Medeiros/Ministério da Cidadania.Nadador Daniel Dias e o secretário Especial do Esporte, Décio Brasil. Foto: Francisco Medeiros/Ministério da Cidadania.

A visita foi realizada após a cerimônia de hasteamento da bandeira nacional. Para o secretário Décio Brasil, que representou o governo brasileiro na cerimônia, a delegação nacional tem mais uma oportunidade para mostrar a força do esporte paralímpico nacional. “As nossas expectativas são muito positivas. Espero que, como aconteceu no Pan, o Brasil possa surpreender a todos com o resultado que vamos alcançar. Tenho a certeza de que a delegação brasileira está muito bem preparada. São 315 atletas que estarão disputando medalha. A secretaria de Esporte não poderia estar fora disso e por isso fiz questão de vir acompanhar os atletas brasileiros, porque tenho um carinho especial pelos atletas”, disse.

Além de entrar em alguns quartos e conferir a estrutura médica e de fisioterapia, Décio Brasil visitou o centro de lazer e conversou com atletas, como André Rocha, que vai disputar o arremesso de peso no atletismo. O secretário e André se conheceram nos Jogos Mundiais Militares de 2015, na Coreia do Sul – na época, o general Décio Brasil comandava o Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx), no Rio de Janeiro.

Secretário Décio Brasil durante visita à Vila dos atletas em Lima. Fotos: Paulo Rossi/Rededoesporte.gov.brSecretário Décio Brasil durante visita à Vila dos atletas em Lima. Fotos: Paulo Rossi/Rededoesporte.gov.br

“Tenho ótimas memórias daquela competição. Fui o primeiro atleta paralímpico e o primeiro policial militar a ganhar uma medalha nos Jogos Mundiais Militares”, recorda o medalhista de prata na Coreia.

Paulo Rossi, de Lima, Peru – Ascom – Ministério da Cidadania

 

Alegria brasileira contagia Vila Parapan-Americana durante hasteamento da bandeira brasileira em Lima

Os Jogos Parapan-Americanos de Lima começaram oficialmente para os atletas brasileiros. O Hino Nacional tocou pela primeira vez na Vila Parapan-Americana na capital peruana. Os atletas participaram, nesta quinta-feira (22.08), da cerimônia oficial de boas-vindas, com o hasteamento da bandeira brasileira na principal competição paralímpica das Américas, oportunidade em que o jogador de goalball Leomon Moreno foi anunciado como o porta-bandeira da delegação brasileira cerimônia de abertura dos Jogos, nesta sexta-feira (23,08). A cerimônia de hastamento contou com a presença do secretário Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil.

Delegação brasileira na cerimônia de hasteamento da bandeira. Foto: Francisco Medeiros/Rededoesporte.gov.brDelegação brasileira na cerimônia de hasteamento da bandeira. Foto: Francisco Medeiros/Rededoesporte.gov.br

Na área internacional da vila, cerca de 200 atletas brasileiros fizeram festa e assistiram a uma apresentação artística com dança e música tradicional que resgatou a história dos povos peruanos. Ao lado dos brasileiros, também foram realizadas as cerimônias de hasteamento da bandeira das delegações dos Estados Unidos e da Guiana.

Segundo o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, os Jogos começaram oficialmente para os brasileiros. "É o momento em que a gente oficialmente inicia a trajetória para essa competição, que para nós é muito importante. Essa cerimônia é sempre um momento que nos emociona muito", ressaltou.

Para o secretário Décio Brasil, que representou o governo brasileiro na cerimônia de hasteamento e em seguida visitou as instalações da Vila, a delegação nacional tem mais uma oportunidade para mostrar a força do esporte paralímpico nacional. "As nossas expectativas são muito positivas. Espero que, como aconteceu no Pan, o Brasil possa surpreender a todos com o resultado que vamos alcançar. Tenho a certeza de que a delegação brasileira está muito bem preparada. São 315 atletas que estarão disputando medalha. A secretaria de Esporte não poderia estar fora disso e por isso fiz questão de vir acompanhar os atletas brasileiros, porque tenho um carinho especial pelos atletas", disse.

Secretário Décio Brasil durante visita à Vila dos atletas em Lima. Fotos: Paulo Rossi/Rededoesporte.gov.brSecretário Décio Brasil durante visita à Vila dos atletas em Lima. Fotos: Paulo Rossi/Rededoesporte.gov.br

Depois de ouvir o Hino Nacional brasileiro pela primeira vez nos Jogos Parapan-Americanos, os atletas que compareceram à cerimônia ressaltaram a importância do evento continental. "Mais uma cerimônia da bandeira de muitas que ainda virão na minha carreira. No meu primeiro Parapan, em Toronto 2015, eu não estava tão nervosa como neste. Parece que esse é o meu primeiro Parapan. Porque está sendo um ciclo muito difícil para mim, várias cirurgias, com as duas últimas em 2017 e 2018, quando eu fiquei parada, tomando remédios, engordei muito e nem pensava em voltar a correr. Todo dia é um passo de cada vez e estou aqui com os meus amigos da delegação brasileira para fazer história mais uma vez", disse a velocista Verônica Hipólito.

Para o nadador Phelipe Rodrigues, os Jogos Parapan são fundamentais para fomentar o esporte paralímpico. "Esse é o meu terceiro Parapan. Vai ser um Parapan diferente, no qual vou nadar oito provas. Antigamente, eu nadava apenas quatro ou cinco. Então, estou bem ansioso para nadar e representar bem o Brasil nos Jogos. A gente está bem empolgado e tenho certeza de que vou subir ao pódio em todas as oito provas para ajudar o país no quadro de medalhas", afirmou.

O Parapan de Lima, que será disputado entre os dias 23 de agosto e 1 de setembro, é o maior da história, com presença de 1.890 atletas, de 33 países, em 17 modalidades. "O desafio é grande para o Brasil, pois temos a missão de manter a liderança esportiva continental. Outra inspiração é que vivemos um momento de transição, em que temos o foco voltado para a renovação. Atualmente, temos uma escola de esportes com 600 crianças treinando semanalmente no CT e pretendemos implantar 12 centros de referência pelo Brasil até o final do ano. Estamos trabalhando para ter uma renovação sustentável para o esporte paralímpico", explicou Mizael.

Anúncio do porta-bandeira
Nesta quinta-feira (22.08), o jogador de goalball Leomon Moreno foi anunciado como porta-bandeira do país na Cerimônia de Abertura dos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019. A festa de abertura, que marca o início da competição, será a partir das 21h (de Brasília), no Estádio Nacional do Peru.

Leomon Moreno, que completou 26 anos nesta quarta-feira (21.08), é considerado o melhor jogador de goalball do mundo. Faturou a medalha de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 e liderou a Seleção Brasileira ao bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 e à prata nos Jogos de Londres 2012. Somam-se ao seu currículo dois títulos mundiais da modalidade: na Finlândia, em 2014, e na Suécia, em 2018.

O Presidente do CPB Mizael Conrado anuncia o jogador de goalball Leomon Moreno como porta-bandeira na cerimonia de abertura dos jogos. Foto: Ale Cabral/CPBO Presidente do CPB Mizael Conrado anuncia o jogador de goalball Leomon Moreno como porta-bandeira na cerimonia de abertura dos jogos. Foto: Ale Cabral/CPB

Para o jogador, o convite foi uma surpresa. "É uma responsabilidade muito grande representar 337 atletas (incluindo os atletas-guias, calheiros e outros, sem deficiência) e, para o goalball, também é muito importante. Para a gente, que vem de um crescimento grande no mundo e somos a modalidade que mais cresce, nada é melhor do que ser o porta-bandeira da melhor nação do mundo, que é o Brasil", comemorou Leomon.

A porta-bandeira dos últimos Jogos Parapan-Americanos, em Toronto, no Canadá, foi a multimedalhista paralímpica do atletismo Terezinha Guilhermina. Igualmente medalhado, o nadador Andre Brasil foi o escolhido nos Jogos de Guadalajara 2011, no México.

Brasil em Lima
A delegação brasileira em Lima conta com 315 atletas, dos quais 261 (82,8%) são contemplados pelo programa Bolsa Atleta da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. Das 17 modalidades com participação brasileira, 16 contam com bolsistas. Apenas o Futebol de 7, que saiu do programa de provas dos Jogos Paralímpicos, não conta com bolsistas. O investimento nos atletas soma R$ 18,1 milhões ao ano. São 60 esportistas na categoria nacional, 42 na internacional, 57 na paralímpica e 101 Pódio.

Breno Barros e Mateus Baeta, de Lima, Peru - Ascom - Ministério da Cidadania

 

Washington Cerqueira debate com deputado implantação de projeto social em municípios fluminenses

A discussão sobre um projeto-piloto voltado às práticas corporais de lazer, lutas e artes marciais, alusivo às iniciativas Virando o Jogo e Vila do Esporte, foi tema de reunião entre o secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social, Washington Cerqueira, e o deputado federal Luiz Lima, nesta quinta-feira (22.8). 
 
O projeto será implantado nos municípios fluminenses de Nova Friburgo, Barra Mansa e Três Rios, atendendo a crianças, jovens e adultos. Washington Cerqueira e Luiz Lima, ambos ex-atletas do futebol e natação, respectivamente, ressaltaram a falta de representatividade no Congresso Nacional por parte de políticos esportistas “que lutem pelo esporte como ferramenta de inclusão social.”
 
Ascom – Ministério da Cidadania 
 
 
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