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Ministério do Esporte publica resolução com novos critérios para a concessão da Bolsa Atleta a modalidades não olímpicas e não paralímpicas

Foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (07.12), a Resolução Nº 56, que aprova critérios para a concessão da Bolsa Atleta aos atletas das modalidades não olímpicas e não paralímpicas.

A resolução enumera os critérios da ordem de preferência entre as categorias e os atletas aptos a receber o benefício. Também confirma que os os atletas de modalidades que não fazem parte dos programas olímpico e paralímpico serão atendidos no limite de 15% do orçamento anual do programa.

 

O futevôlei é uma das modalidades não olímpicas aptas a receber o benefício da Bolsa-Atleta. Foto: Abelardo Mendes Jr./MEO futevôlei é uma das modalidades não olímpicas aptas a receber o benefício da Bolsa-Atleta. Foto: Abelardo Mendes Jr./ME

Leia abaixo a íntegra do documento:

» RESOLUÇÃO Nº 56, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2017

Aprova critérios para a concessão de Bolsa Atleta aos atletas das modalidades não
Olímpicas e não Paralímpicas

O MINISTRO DO ESTADO DO ESPORTE E PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO ESPORTE, no uso de suas atribuições legais e regulamentares e considerando o disposto nos artigos 5º e 6º, da Lei nº 10.891, de 9 de julho de 2004 e no artigo 3º, §1º, do Decreto nº 5.342, de 14 de janeiro de 2005 e considerando o que decidiu o Plenário do Conselho Nacional do Esporte - CNE, na 41ª Reunião Ordinária realizada em 24 de novembro de 2017, resolve:

Art. 1º Atender com o Programa Bolsa-Atleta os atletas de modalidades que não fazem parte dos Programas Olímpico e Paralímpico, no limite de 15% (quinze por cento) do orçamento total anual do programa, de acordo com a seguinte ordem de preferência
entre as categorias e atletas aptos:

I - Categoria internacional, inscritos em modalidades referendadas pelo Comitê Olímpico do Brasil - COB e Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB como integrantes em admissão, do programa de competições dos Jogos Olímpicos ou Paralímpicos, conforme
o caso;

II - Categoria internacional, inscritos em modalidades do programa Pan-Americano ou Parapan-Americano;

III - Categoria internacional, inscritos em modalidades que não fazem parte do programa Pan-Americano ou Parapan-Americano;

IV - Categoria nacional, inscritos em modalidades referendadas pelo COB e CPB como integrante, em admissão, do programa de competições dos Jogos Olímpicos ou
Paralímpicos, conforme o caso;

V - Categoria nacional, inscritos em modalidades do programa Pan-Americano ou Parapan-Americano;

VI - Categoria nacional, inscritos em modalidades tipicamente militares vinculadas à Comissão Desportiva Militar do Brasil - CDMB.

Art. 2º Dar-se-á preferência, dentre os atletas selecionados de acordo com o art. 1º, a seguinte ordem:

I - Aos três primeiros colocados em campeonatos mundiais homologados pela Federação Internacional da modalidade;

II - Aos três melhores colocados em campeonatos Pan-Americanos e Parapan-Americanos; e

III - Aos três melhores colocados em campeonatos Sul-Americanos.

Art. 3º Persistindo o empate na classificação terá preferência o atleta habilitado na seguinte ordem:

I - Modalidades administradas por uma única Entidade Nacional de Administração do Desporto - ENAD;

II - Modalidades administradas por entidades nacionais filiadas às entidades internacionais; e

III - Competições homologadas ou ranqueadas na entidade internacional mais antiga.

Art. 4º Para fins de aplicação do disposto nesta Resolução consideram-se modalidades que não integram os programas olímpico e paraolímpico aquelas não indicadas no programa olímpico do Comitê Olímpico Internacional - COI e no paralímpico do Comitê Paralímpico
Internacional - CPI.

§ 1º Somente poderão ser atendidos pelo Bolsa-Atleta os atletas inscritos em modalidades na qual a Confederação tiver o seu Plano Anual de Controle de Dopagem aprovado pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem - ABCD.

Art. 5º Para fins de aplicação do disposto nesta Resolução, consideram-se modalidades Pan-Americanas aquelas indicadas no Programa Pan-Americano da Organização Desportiva Pan-Americana (ODEPA) e no Programa Parapan-Americano do Comitê Paraolímpico das Américas.

Art. 6º Para fins de concessão do Bolsa-Atleta as provas, classificações funcionais e categorias de peso, vinculadas às modalidades de que trata o Art. 5°, que não compõem o Programa Pan-Americano e Parapan-Americano, estarão sujeitas às mesmas regras
daquelas que as compõem.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Ascom - Ministério do Esporte
 

Em visita ao Cefan, Rogério Sampaio reforça parceria com Forças Armadas

Rogério Sampaio recebido por oficiais da Marinha no Cefan. Foto: Pedro Ramos/MERogério Sampaio recebido por oficiais da Marinha no Cefan. Foto: Pedro Ramos/ME
 
O secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Rogério Sampaio, visitou nesta quinta-feira (7.12) o Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), no Rio de Janeiro. Durante a passagem pela instalação, gerida pela Comissão de Desportos da Marinha, Sampaio teve a oportunidade de ver desde jovens de categorias de base até atletas de alto rendimento em treinos de modalidades como esgrima, levantamento de peso, atletismo (olímpico e paralímpico), natação, judô e boxe. Ana Marcela Cunha – atleta da Marinha e eleita recentemente pela quarta vez a melhor nadadora de águas abertas do mundo – também participou da recepção ao secretário. 
 
“É essencial estar sempre em contato com os responsáveis pelas principais instalações esportivas do país. O Cefan é super moderno, importantíssimo e estratégico para o desenvolvimento do esporte brasileiro. São instalações que não só recebem atletas de ponta ou de grandes eventos, mas são utilizadas para o desenvolvimento de projetos sociais e revelação de talentos. Alguns deles, inclusive, já estão conquistando medalhas no exterior representando o país”, afirmou o secretário. 
 
O Cefan recebeu, ao todo, R$ 19 milhões do Ministério do Esporte para reforma e construção de novas instalações para receber delegações estrangeiras como sede de treinamento para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. As intervenções incluíram reformas dos vestiários abaixo do tanque de saltos; ginásio com quadra de voleibol climatizado, com iluminação adequada e reforma dos vestiários; piscina; tanque de saltos; instalação de banheira de hidromassagem; dois campos de futebol; banheiros no prédio administrativo; calçamento nas vias de acesso; acessibilidade e construção de área de apoio entre os campos gramados, com vestiários, depósito e área para fisioterapia; e ginásio para a modalidade de levantamento de peso. 
 
“Para que as instalações continuem sendo de ponta, precisam seguir recebendo investimentos. Nesse sentido, minha presença aqui para ter conhecimento de tudo o que diz respeito ao Cefan foi extremamente importante e, dentro do que for possível, o ministério vai estar lado a lado com a Marinha para realizar modernizações”, finalizou Rogério Sampaio. 
 
Pedro Ramos, Ministério do Esporte

Sou do Esporte reconhece iniciativas de boa gestão e transparência

A Sou do Esporte, entidade sem fins lucrativos que promove ações para o desenvolvimento do esporte brasileiro, realizou na noite desta quinta-feira (7.12), no Rio de Janeiro, a terceira edição do Prêmio Sou do Esporte, que avalia práticas de governança de entidades esportivas a partir de mais de 130 atributos, abalizados nos indicadores: Transparência, Equidade, Prestação de Contas, Integridade Institucional e Modernidade. 
 
Entre os vencedores da noite, destaque para a Confederação Brasileira de Rugby, primeira colocada na categoria Governança, e para o presidente da Confederação Brasileira de Vela, Marco Aurélio de Sá Ribeiro, eleito Gestor do Ano. Os momentos mais emocionantes da premiação, no entanto, ficaram por conta das homenagens à nadadora paralímpica Susana Schnardorf, na categoria Atleta de Valor, e ao ‘Galinho de Ouro’, Eder Jofre, considerado o maior peso galo da história do boxe brasileiro, na categoria Especial. Nas duas ocasiões, o público se colocou de pé para aplaudir os atletas. 
 
Foto: Pedro Ramos/MEFoto: Pedro Ramos/ME
 
A premiação foi marcada por elogios à recente decisão do Comitê Olímpico do Brasil (COB) que, na última quarta-feira (6.12), alterou, por unanimidade, o item do novo estatuto da entidade que definiu a participação proporcional de 1/3 de atletas com assento na Assembleia, atendendo à proposta feita pela Comissão que reformou o Estatuto do COB. 
 
A presidente da Sou do Esporte, Fabiana Bentes, destacou a atuação do Ministério do Esporte, que contribuiu para a alteração na regra do COB. “Gostaria de destacar a ação firme do ministério nessa luta por melhores práticas de governança e transparência no esporte brasileiro”, disse em seu discurso de abertura. 
 
Responsável pela entrega dos prêmios da categoria Governança, concedidos às cinco confederações esportivas mais bem avaliadas, o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Rogério Sampaio, reforçou o papel da pasta e dos esportistas na busca por melhores práticas de gestão. 
 
“O Ministério é protagonista no que diz respeito ao desenvolvimento de regras de governança e transparência das entidades que organizam o esporte brasileiro. É importante que exista uma participação maior dos atletas nas assembleias e na gestão dessas entidades”, destacou. “Nós convidamos hoje a entidade Sou do Esporte para participar da organização de oficinas, ministradas aos atletas e ex-atletas, para que eles possam participar das equipes de gestão, das comissões do COB. A partir do momento que eles conquistam esse espaço, precisam se preparar para exercer esse poder”, disse Sampaio.
 
Vencedores do III Prêmio Sou do Esporte: 
 
Homenageado especial da Premiação em 2017: Eder Jofre
Atleta de Valor: Susana Schnardorf (Natação Paralímpica), Rodrigo Minotauro (MMA) e Isabel Swan (Vela)
Atitude Positiva: Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados
Sou do Esporte Solidário: Projeto Grael
Gestor do Ano: Marco Aurélio de Sá Ribeiro (CBVela)
Governança: 1º lugar: Confederação Brasileira de Rugby; 2º lugar:  Confederação Brasileira de Atletismo; 3º lugar: Confederação Brasileira de Tênis de Mesa; 4º lugar: Confederação Brasileira de Vôlei; 5º lugar: Confederação Brasileira de Vela
 
Pedro Ramos - Ascom - Ministério do Esporte
 
 

Após nova reunião, COB aprova presença de 12 atletas com voto nas decisões da entidade

A Assembleia Geral do Comitê Olímpico do Brasil passa a contar com 12 atletas em suas principais decisões, inclusive com direito a voto nas eleições da entidade. Nesta quarta-feira (6.12), o COB alterou, por unanimidade, o item do novo estatuto da entidade que definiu a participação proporcional de 1/3 de atletas com assento na Assembleia, atendendo à proposta feita pela Comissão que reformou o Estatuto do COB.

“Mostramos hoje que o COB está em perfeita união, votando pela maior participação dos atletas por unanimidade. Estamos unidos em prol do esporte olímpico brasileiro”, afirmou o presidente do COB, Paulo Wanderley. “O que estamos fazendo é com muita boa vontade e intenção. O tempo dirá se estamos no caminho certo. De qualquer forma, o novo estatuto prevê uma reavaliação ou revalidação do que está sendo feito. Este é um dos significativos avanços”, completou.

Esta era uma questão pendente da votação do novo estatuto realizada em 22 de novembro. Após pedido de várias confederações, o COB convocou nova Assembleia Geral para que fosse analisado o recurso encaminhado pela Confederação Brasileira de Rugby, que pediu a validação de seu voto da última Assembleia.

Antes disso, logo no início da reunião, o presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, Durval Balen, sugeriu a alteração da ordem do dia para que se votasse inicialmente a participação dos atletas nas assembleias do COB. A sugestão foi aceita.

Das 30 Confederações com direito a voto, apenas a de Futebol e Tênis não estiveram presentes na votação desta quarta. Os outros dois votos couberam ao presidente da Comissão de Atletas do COB e ao membro brasileiro do COI, Bernard Rajzman.

Além da maior participação dos atletas, que antes cabia apenas ao presidente da Comissão de Atletas do COB, o judoca Tiago Camilo, o novo estatuto traz diversos avanços na direção do aperfeiçoamento dos controles internos e da Governança da entidade. Os critérios para eleição à Presidente e Vice-Presidente do COB também foram alterados. Os candidatos não precisarão mais ser membros do COB.

Os 12 mais votados dos 15 integrantes eleitos pelos atletas para a Comissão de Atletas do COB passam a ter direito à participação e voto na Assembleia da entidade. São eles: Eduarda Amorim (handebol), Beatriz Futuro (rugby), Emanuel Rego (vôlei de praia), Fabiana Murer (atletismo), Yane Marques (pentatlo moderno), Tiago Camilo (judô), Poliana Okimoto (maratona aquática), Arthur Zanetti (ginástica artística), Thiago Pereira (natação), Fabiano Peçanha (atletismo), Emerson Duarte (tiro esportivo) e Bruno Mendonça (hóquei sobre grama).

“Fico feliz de estar presente nessa nova construção do esporte brasileiro. Acredito que nós, atletas, temos agora que nos unir cada vez mais para fazer valer essa representação. Fico com o sentimento de compromisso maior, de me doar em benefício do desenvolvimento do esporte brasileiro”, disse Tiago Camilo. “Esse é o caminho do esporte moderno. O COI já colocou na sua agenda até 2020 que eles querem maior participação dos atletas, então fico feliz que o COB também esteja construindo a história nesse caminho moderno do esporte mundial”, completou o judoca medalhista olímpico.

Atuação do Ministério do Esporte

A participação dos atletas em instâncias de decisão foi obtida com apoio do Ministério do Esporte. No dia 24 de novembro, a pasta publicou uma carta defendendo que a participação tem que se dar de forma efetiva, e não meramente burocrática.

"Os atletas podem e querem contribuir para melhorar o esporte brasileiro. E o Ministério do Esporte apoia esse direito", diz um trecho do documento (leia a íntegra).

O ministério também adotou medidas para que as entidades que recebem verba pública prestem contas de seus gastos e tenham uma gestão mais participativa. Este ano, o Conselho Nacional do Esporte (CNE) já aprovou a prestação de contas do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Em consonância com a Advocacia Geral da União (AGU), foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) para que também ele preste contas do dinheiro recebido por meio da Lei Agnelo-Piva e garanta ações de governança e transparência.

Fontes: Comitê Olímpico do Brasil e Ministério do Esporte

Em Porto Velho, Comitê Olímpico do Brasil planeja Jogos Escolares da Juventude 2018

Representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) participam, em Porto Velho, Rondônia, de reuniões com gestores estaduais dos Jogos Escolares da Juventude. Os debates começaram nesta terça (5) e vai até quinta-feira (7), com avaliações dos eventos disputados nesta temporada e o planejamento da etapa única de 2018.

“Estamos aqui com representantes de 19 estados e das 14 confederações brasileiras que fazem parte do programa dos Jogos Escolares, e aqui vamos definir regulamento e planejamento para 2018. Temos 16 cidades concorrendo para sediar as etapas regionais e vamos avaliar preenchimentos de formulários, informações de hotéis e instalações esportivas. Até março isso será oficialmente divulgado”, disse Edgar Hubner, gerente-geral de Juventude do COB e diretor-geral dos Jogos Escolares da Juventude.

Para 2018, os Jogos Escolares passarão por uma readequação. A etapa nacional da competição acontecerá em apenas uma cidade e reunirá as duas faixas etárias (12 a 14 e 15 a 17 anos). O programa esportivo será mantido.

No novo formato dos Jogos Escolares, os jovens atletas das modalidades coletivas precisarão passar também pelas etapas regionais em busca da classificação para a final. Serão três etapas regionais em 2018.

A adequação, por meio da regionalização por etapas, permite que cidades com infraestrutura menor também possam participar do evento. Três quesitos serão avaliados como importantes para a escolha da cidade que sediará a etapa nacional de 2018: vontade política, rede hoteleira compatível e locais adequados para a competições.

Fonte: Comitê Olímpico do Brasil

Búzios-RJ é anunciado como sede do Mundial de Stand Up Paddle de 2018

A Associação Internacional de Surfe (ISA, na sigla em inglês), anunciou que Tahara, no Japão, e Búzios, no Brasil, serão as sedes de seus dois principais eventos em 2018: os Jogos Mundiais de Surfe (World Surfing Games - WSG, como é chamado em inglês) e o Mundial de Stand Up Paddle (SUP) e Paddleboard.

No rastro do bem-sucedido Mundial da Dinamarca deste ano, quando o brasileiro Luiz Diniz sagrou-se campeão na modalidade SUP Wave, a ISA escolheu o Brasil para a edição de 2018. Será a primeira vez que a competição ocorre no país.

Federação internacional está empenhada em levar o SUP para os Jogos Olímpicos de 2024. Foto: ISAFederação internacional está empenhada em levar o SUP para os Jogos Olímpicos de 2024. Foto: ISA

O SUP é a modalidade de crescimento mais rápido na série de eventos organizados pela ISA. O Mundial de Búzios, entre 23 de novembro e 1º de dezembro, será organizado em parceria pelo Ministério do Esporte, a Prefeitura da Cidade de Armação dos Búzios e a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf). O Brasil é um dos mercados de SUP mais importantes do mundo.

Em maio deste ano, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e o presidente da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf), Adalvo Argolo, estiveram em Biarritz, na França, durante o World Surfing Games. Lá, eles se reuniram com Fernando Aguerre, presidente da ISA. Na ocasião, Picciani e Argolo oficializaram a candidatura de Búzios para receber um dos grandes eventos de 2018.

Leonardo Picciani comemorou a escolha de Búzios e reforçou a participação do ministério no processo de organização do evento. “É com grande prazer que a cidade de Armação dos Búzios é anfitriã do Campeonato Mundial de SUP e Paddleboard. Estamos fortemente interessados ​​na organização do evento e na construção de relacionamentos que possam contribuir para a entrega deste campeonato na cidade de Búzios, considerando que a área é naturalmente dedicada à prática de esportes aquáticos e é o lar de muitos atletas de alto rendimento em várias disciplinas”, afirmou.

O SUP e o paddleboard se desenvolveram com eventos internacionais, quase triplicando de tamanho desde os primeiros Mundiais de SUP, em 2012. A evolução levou à inclusão das modalidades em uma série de grandes eventos multiesportivos, incluindo os Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima, e os Jogos Mundiais da Praia de 2019, além dos Jogos Centenários de 2017, realizados na Nicarágua.

“Levar o Mundial de SUP e Paddleboard para o Brasil, um dos melhores mercados mundiais de surfe, proporcionará uma ótima oportunidade para o crescimento e desenvolvimento do esporte. O ministro Leonardo Picciani garante apoio total para o crescimento do SUP. Tivemos grande sucesso, com a inclusão da modalidade em grandes eventos multiesportivos, e continuaremos a liderar o SUP com o objetivo de inclusão olímpica nos Jogos de Paris, em 2024”, ressaltou o presidente da ISA, Fernando Aguerre.

Já o WSG, campeonato mundial por equipes de surfe, será disputado na cidade de Tahara, na costa sul japonesa, entre 15 e 22 de setembro. A expectativa é repetir o sucesso do Mundial Júnior de Surfe, disputado no Japão no início deste ano.

O surfe está em fase de preparação para fazer a estreia olímpica nos Jogos de Tóquio 2020. De acordo com a ISA, o WSG 2018 no Japão, além de oferecer aos fãs e atletas uma visão sobre como serão as competições da modalidade em 2020, ficará marcado como a primeira edição a ser disputada em completa igualdade de gênero.

O presidente da ISA lembrou a importância que o Brasil e o Japão conquistaram recentemente por seus papéis na caminhada do surfe até se tornar olímpico. “Estamos felizes em anunciar esses excelentes locais para dois de nossos principais campeonatos. O Brasil e o Japão são simbólicos na inclusão histórica do surfe nos Jogos Olímpicos, já que o voto oficial do COI para incluir o surfe no programa olímpico foi feito no Brasil, e o Japão será onde surfe fará a estreia olímpica, em Tóquio 2020”, declarou Fernando Aguerre.

Surfe adaptado

Competindo em San Diego, na Califórnia (EUA), a equipe do Brasil conquistou, no domingo (3.12), a medalha de ouro no Mundial de Surfe Adaptado, evento organizado pela ISA. O time brasileiro faturou seis medalhas, incluindo o ouro de Alcino Neto, mais conhecido como Pirata, na categoria AS-2. O atleta paulista teve a perna esquerda amputada após um acidente de moto. Os outros medalhistas do Brasil foram Monique Aparecida, Davi Teixeira, Fellipe Lima, Fernanda Tolomei e Roberto Pino.

Alcino Neto conquistou o ouro no Mundial de Surfe Adaptado em San Diego, nos Estados Unidos. Foto: ISAAlcino Neto conquistou o ouro no Mundial de Surfe Adaptado em San Diego, nos Estados Unidos. Foto: ISA

“Essa medalha de ouro da equipe vai inspirar muita gente a entrar no esporte no Brasil. Esse era meu objetivo desde que comecei a promover o esporte, há mais de 20 anos. Esse ouro não é só para mim, mas para todo mundo que participou do evento nesta semana”, declarou Alcino Neto.

Ascom – Ministério do Esporte
 

Estudantes brasileiros disputam os Jogos Sul-Americanos Escolares na Bolívia

A Delegação Brasileira está em Cochabamba, na Bolívia, para encarar os XXIII Jogos Sul-Americanos Escolares. A partir desta segunda-feira (04.12), a equipe disputa o evento que reúne mais de mil estudantes, com idade entre 12 e 14 anos, de 11 países da América do Sul. Os atletas irão disputar as provas de atletismo, atletismo PCD, natação, xadrez, tênis de mesa, handebol, voleibol, basquetebol e futebol.

Na cerimônia, o jovem nadador Gustavo Francisco Saldo, do Paraná, será o porta-bandeira do país na abertura dos Jogos. As primeiras partidas brasileiras serão no vôlei masculino, contra o Chile, e no handebol feminino, contra a Bolívia. Ao todo, dez modalidades, entre individuais e coletivas, estarão na disputa dos primeiros lugares do pódio para o Brasil no evento.

Os atletas brasileiros estão com a expectativa alta. Muitos estão participando pela primeira vez de uma competição internacional. É o caso de Gabriela Genevro, de 13 anos, natural de Santa Catarina, uma das promessas brasileiras no atletismo. “Treino desde os 9 anos e já vejo no esporte o meu futuro. Sei que vai ser difícil, mas estou treinando muito para me destacar nesse evento”, conta a atleta.

Também de Santa Catarina, quem está esperando a hora de entrar em quadra é a capitã da equipe de voleibol Ad Saudade, Cristini Bulegon. Aos 14 anos, a atleta atua como levantadora e ponteira. “Comecei a treinar com 8 anos, com o incentivo dos meus pais e amigas. Hoje, me sinto muito orgulhosa em poder defender o nosso país na maior competição a nível sul-americano. Terei a oportunidade de adquirir experiências em cada jogo disputado, possibilitando a evolução do meu voleibol”, ressalta Cristini.

Vitor de Cesaro, de 14 anos, do Rio Grande do Sul, entende a dificuldade da competição, mas não desanima. “É uma competição com as provas mais difíceis, é a que mais tem participantes, mas pretendo ficar entre os finalistas e voltar com uma medalha para casa”, vislumbra o atleta de atletismo.

A única capixaba na competição, Milena Pizzin, nada desde os três anos de idade e hoje, aos 14, representa o Espírito Santo também pela primeira vez em um evento internacional. “Os 50m borboleta é a prova que eu disputo desde pequena, mas de uns anos para cá vem dando resultados. Estou muito confiante e ansiosa para subir ao pódio, conhecer um novo país e novas pessoas”, destaca a nadadora.

O vice-presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), Francisco Braz, que acompanha os atletas na competição, destaca a expectativa para os resultados dos atletas brasileiros. “O Brasil tem a tradição de ganhar várias medalhas em todas as modalidades nos Jogos Sul-Americanos. Nossa expectativa é de que manter a tradição e ser campeão geral da edição 2017”, ressalta Braz.

Os Jogos Sul-Americanos Escolares têm a CBDE como responsável pela delegação brasileira. A competição de alto rendimento envolve 11 países e mais de mil atletas entre 12 e 14 anos. As modalidades contempladas nos Jogos são: atletismo, atletismo PCD, natação, xadrez, tênis de mesa, handebol, voleibol, basquetebol e futebol.

Participação Brasileira Na última vez em que esteve na competição, em 2015, o Brasil encerrou sua participação como campeão geral, saindo dos jogos como grande potência desportiva escolar. No ano seguinte, em 2016, o Brasil não participou do torneio, que foi realizado em Medelim, na Colômbia. Em 2017, o Brasil volta a participar da competição após o convênio assinado entre a CBDE e o Ministério do Esporte, que garantiu a participação dos atletas escolares na competição.

Fonte: Confederação Brasileira do Desporto Escolar

No Acampamento Nacional de handebol, jogadoras se espelham em ídolos da Seleção

O Acampamento Nacional Infantil Feminino terminou, no último sábado (02.12), no Centro de Desenvolvimento do Handebol, em São Bernardo do Campo, interior paulista. O grupo contou com 66 jovens de 14 estados. Entre as meninas de 14 anos, muitas sonham jogar profissionalmente no futuro, e, enquanto esse dia não chega, elas se espelham em nomes do handebol brasileiro que estão disputando o Campeonato Mundial da Alemanha. A construção do Centro de Desenvolvimento contou com recursos do Ministério do Esporte.

“Na Seleção Brasileira, gosto muito da Fernanda França, ponta esquerda. Eu sou canhota e jogo na direita, mas ela é meu ídolo, é muito determinada, aguerrida, chama o time dentro de quadra, sempre eufórica. O sonho que eu tenho é de me tornar uma jogadora profissional, e que seja igual ou até melhor do que ela”, disse Ana Luísa dos Santos, do Rio de Janeiro.

Kelly Rosa, de São Paulo, também tem como ídolo uma atleta da Seleção Brasileira. “Gosto muito do estilo de jogo da Duda Amorim, que é meia esquerda, a mesma posição que jogo. Me espelho muito no jogo dela, porque eu também sou chutadora, e ela tem um jogo muito de força. Enquanto assisto aos jogos dela, vejo as jogadas que ela cria, vejo a trajetória que ela faz, os pontos mais fortes e gosto de analisar todos os movimentos. Gosto muito também da Ana Paula Rodrigues, que é a central da Seleção, porque é uma jogadora muito inteligente, tem muitos passes legais, então eu acompanho as jogadas dela”, afirmou.

Tanto Ana Luísa quanto Kelly se conheceram durante o Acampamento e criaram grande ligação uma com a outra. Afinal, além dos treinamentos, palestras e aprendizados em geral, o projeto também cria amizades.

“Foi muito gratificante vir para cá. Só de saber de tantas meninas que jogam no Brasil, e fui uma das 66, isso é gratificante. Cada dia no Centro foi melhor que o outro, não só pelos treinos, mas pelas amizades que a gente faz. Uma menina ajudando a outra, e essa união é muito boa. Cada uma tem uma história de vida, vem de um lugar diferente, é um momento muito especial que todas irão levar para o resto da vida”, falou Ana Luísa.

“Achei a experiência sensacional, porque o Brasil é gigante e ser selecionada é muito gratificante. Conhecemos muitas pessoas de fora, os treinos foram muito bons, fizemos amizades e aprendemos coisas novas”, completou Kelly.

Fonte: Confederação Brasileira de Handebol

Manaus recebe competição internacional universitária vôlei de praia, beach hand e beach soccer

A cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, recebe, de 5 a 10 de dezembro, a terceira edição do International University Beach Games. A competição internacional universitária de praia será realizada na cidade entre 5 e 10 de dezembro, com a participação de cinco países.

O evento acontece na sequência à Liga do Desporto Universitário (LDU) de Jogos de Praia, último evento nacional da temporada 2017 da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). O Beach Games Internacional receberá cerca de 300 alunos-atletas do Chile, Argentina, Brasil e Uruguai, nas modalidades vôlei de praia, beach hand e beach soccer.

A abertura do evento será realizada na noite desta terça-feira (05.12), na Praia da Ponta Negra, e contará com o desfile das delegações participantes, além de apresentações culturais locais.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Federação Internacional do Esporte Universitário para as Américas (FISU America) chancela a competição. “O Beach Games Internacional é uma competição pioneira que promove o desenvolvimento das modalidades de praia no meio universitário. Alguns países das Américas, por conta deste evento, já realizam seus jogos nacionais classificatórios para o evento internacional”, afirmou o presidente da FISU America, Alim Maluf Neto.

Foto: Luiz Pires/CBDUFoto: Luiz Pires/CBDU

Edições anteriores

A primeira edição do International University Beach Games foi realizada em dezembro de 2015, em Aracaju. O evento contou com a participação da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru, Brasil e Uruguai.

A segunda edição, sediada em Maceió, foi realizada entre 27 de março e 1 de abril de 2017, e contou com a participação de alunos-atletas do Chile, Paraguai, Argentina, Bolívia, Brasil, México, Uruguai e Colômbia, além do time de intercambistas africanos da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

O Brasil será representado por equipes participantes da LDU de Jogos de Praia, que foi realizada em Manaus entre 28 de novembro e 2 de dezembro, e pelos times das universidades do Amazonas, representando o estado sede.

O III International University Beach Games é uma realização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário, da FISU America e da Federação Amazonense Universitária de Desporto (FAUD), com chancela da Federação Internacional do Esporte Universitário (FISU). Parceiros: Ministério do Esporte, Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), Onza Indústria de Confecções e Super Bolla.

Fonte: Confederação Brasileira do Desporto Universitário
 

Ministério do Esporte reforça o peso da governança nas entidades durante o Seminário Nacional de Formação Esportiva, em Indaiatuba (SP)

Integrantes do Ministério do Esporte participaram, nesta quinta-feira (30.11), do III Seminário Nacional de Formação Esportiva, promovido pelo Comitê Brasileiro de Clubes - CBC, em Indaiatuba (SP). Participaram do evento, que termina nesta sexta-feira (1.12), o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Rogério Sampaio, e Raimundo da Costa Santos Neto, diretor do Departamento de Esporte de Base e de Alto Rendimento da pasta.

O seminário teve como tema principal o Programa de Formação de Atletas Olímpicos e Paralímpicos da entidade. Além disso, o evento promoveu debates sobre governança e integridade nos clubes esportivos, além de uma avaliação dos campeonatos brasileiros interclubes, entre outros.

Foto: Comitê Brasileiro de ClubesFoto: Comitê Brasileiro de Clubes

“O CBC realiza anualmente alguns eventos e esse, para nós, foi o principal, já que nossa participação aqui foi levar o máximo de informações às entidades filiadas ao CBC para que elas possam fazer jus aos recursos públicos”, afirmou Rogério Sampaio.

“O CBC vem tomando a dianteira e ocupando um espaço de liderança no que diz respeito a essas regras de governança junto às entidades filiadas a ele. O CBC foi a primeira entidade a apresentar ao CNE (Conselho Nacional do Esporte) os documentos que comprovam a forma como foram utilizados os recursos da Lei Agnelo/Piva e foi a primeira entidade a aprovar isso no CNE. Isso mostra que o CBC tem se estruturado nesse sentido e essa postura contribui para o desenvolvimento do esporte no país”, prosseguiu o secretário.

Diversas personalidades do esporte brasileiro participaram do seminário, entre elas Paula Gonçalves (Magic Paula), representante do Atletas pelo Brasil; André Heller, da Comissão de Seleção do CBC; Luísa Parente, gerente de Esportes Terrestres do Clube de Regatas do Flamengo; Emanuel Rego, gerente de Esportes Olímpicos do Fluminense Football Club; além de Lars Grael, superintendente de Relações Institucionais do CBC.

Após participar do painel “Governança e Integridade nas Entidades de Prática Esportiva”, coordenado por Lars Grael, Raimundo Neto fez uma avaliação do evento. “Nós falamos sobre as medidas que o ministério está tomando para que entidades componentes do Sistema Nacional de Desporto se adequem às práticas de governança previstas na Lei Pelé e na Lei de Acesso à Informação”, explicou Neto.

“A receptividade foi ótima e depois do painel várias pessoas me procuraram para dizer que esperavam uma mensagem do ministério nesse nível há anos. Percebi que existe um movimento, tanto da CBC quanto de outras entidades, no sentido de que o modelo adotado hoje em relação à governança precisa ser revisto. O ministério é protagonista nesse processo de mudança e saio do seminário com uma expectativa muito boa de que esse processo seja irreversível”, encerrou o diretor do Departamento de Esporte de Base e de Alto Rendimento do Ministério do Esporte.

Luiz Roberto Magalhães - Ministério do Esporte

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