Ministério do Esporte Atletas do Futuro - Como nascem os campeões? Conheça a história de jovens que estão suando a camisa em busca de um sonho
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Atletas do Futuro - Como nascem os campeões? Conheça a história de jovens que estão suando a camisa em busca de um sonho

Atletas do Futuro

Como nascem os campeões? Conheça a história de jovens que estão suando a camisa em busca de um sonho. A garotada é patrocinada pelo Bolsa Atleta, do Ministério do Esporte

 

Alisson Santos

O esporte que pode mudar a realidade das pessoas. Alisson Santos de apenas 15 anos teve a vida transformada pelo Judô. O garoto treina no Centro pan-americano de Judô em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Alisson vive uma realidade não muito diferente de milhares de jovens brasileiros. As ofertas apareceram, como explica o próprio adolescente.

“Quase fiquei perdido nesse mundo, menino me oferecendo droga. Ele, e aí mano, bora vender droga ali, quer fumar um não? Aí sempre saia toda hora, aí como entrei aqui no judô nunca mais fiquei na rua, agora é só dentro de casa.”

O garoto segue firme nos treinoshá mais de um ano e leva a sério os ensinamentos do professor Maicon França. Alisson faz parte do programa Avança Judô, que oferece aulas do esporte para crianças e adolescentes da comunidade carente da capital Baiana. Por lá, o garoto recebe toda estrutura para treinar, desde o quimono até o local apropriado para o treino. Alisson sabe de cor o que tem por lá.

“Tem muita coisa, tem a quadra, tem a cantina na hora de comer, tem a piscina, um ginásio também para competir e se tiver alguns campeonatos.”

Além disso, o Centro pan-americano de judô, inaugurado em 2014, tem alojamento para atletas, salas de musculação e fisioterapia.O local serviu para a preparação de atletas que disputaram os jogos olímpicos Rio 2016. Uma das estrelas que passaram pelos tatames do centro foi a medalha de ouro Rafaela Silva, além de Sarah Menezes e outros destaques do Judô brasileiro. 

 

Pedro

O Centro Pan-americano de Judô em Lauro de Freitas, na Bahia é o celeiro de novos judocas brasileiros. Por lá, existe o programa Avança Judô que abre as portas do CT para a comunidade local. A molecada é instruída pelo judoca Maicon França, campeão brasileiro e sul americano do esporte. O recrutamento de novos atletas começa na escola, como conta Pedro Jesus de Souza de 14 anos, aluno do projeto.

“A diretora chegou na sala perguntando quem queria fazer judô, aí eu fui o primeiro a levantar a mão e dizer que queria conhecer. Aí eu conheci o judô e gostei e fiquei.”

Pedro é uma das crianças que moram próximas ao Centro Pan-americano, que fica na região metropolitana de Salvador. O garoto já está no projeto há um ano e quatro meses e tem a convicção de que um dia será campeão olímpico.

“Eu quero uma vida melhor, estudar e tentar ser um campeão olímpico. Já competi quatro vezes, eu não medalhei um, mas fiquei os três em terceiro.”

O Centro Pan-americano de Judô foi inaugurado em 2014 e hoje faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte. O espaço conta com ginásio para competições, quadras de esportes, piscina, alojamento além de espaços para musculação e fisioterapia. O Judô é o esporte que mais trouxe medalhas para o Brasil em Jogos Olímpicos. Na Rio 2016, o destaque foi para  Rafaela Silva, que ganhou o ouro na categoria até 57 quilos. Ganharam também, Mayra Aguiar e Rafael Silva, o Baby, ambos medalha de bronze.

 

Karina Paiva Colares

Karina Paiva Colares começou no atletismo por incentivo do irmão. A jovem se mudou do interior cearense para a capital do estado onde começou a treinar na Universidade de Fortaleza e por lá ela foi se destacando. Karina é uma das atletas brasileiras que já recebem a Bolsa Atleta, um patrocínio do Ministério do Esporte. A jovem recebe a categoria BASE, para atletas de 14 a 19 anos de idade, mas essa força já é o suficiente para que Karina se mantenha e possa buscar novos resultados.

“Veio esse auxílio do Bolsa Atleta como uma grande ajuda e o que faz a pessoa continuar no atletismo seria essa ajuda, porque se caso não tenha vai ter que deixar de treinar Eu espero continuar, eu vou continuar se Deus quiser no atletismo, e trazer mais resultados para a universidade.”  

O centro de treinamento da UNIFOR faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do esporte. Além do atletismo lá também tem modalidades como basquete, vôlei, tênis e handebol. Karina Colares elogia a estrutura e diz que o local faz a diferença na hora do treino.

“Aqui é muito bem organizado, oferece muitas vantagens para a gente que é de fora, somos muito bem recebido. A estrutura onde a gente treina é muito boa, muito bem conservada, os equipamentos também. Tudo isso para nos proporcionar um treinamento com perfeita qualidade.”

A Rede Nacional de Treinamento é uma parceria do Governo Federal com estados e municípios para interligar centros de treinamentos existentes com estruturas que ficaram como legado da Rio 2016. O objetivo é colocar os atletas brasileiros no rumo do pódio e incentivar novos atletas no país. 

 

 Lucas Lisboa

Ele começou a correr em Aratuba, cidade a 160 quilômetros de Fortaleza no Ceará. Lucas Lisboa é um dos destaques do Decatlo, modalidade do atletismo que inclui dez provas. O jovem se mudou para a capital para melhorar os treinos e porlá conseguiu a Bolsa Atleta, um patrocínio do Ministério do Esporte. Lucas conta como foi para conquistar o patrocínio.

“No começo foi muito difícil e desde 2008 até 2012 eu não ganhei nenhuma medalha, 2012 foi a minha primeira medalha a nível estadual e de lá pra cá eu comecei a me destacar. Em 2014 eu entrei no Decatlo e aí eu me descobri que realmente seria uma prova na qual eu me destaquei bastante na qual eu consegui ter bons resultados e de acordo com esses resultados eu fui chamado para ser atleta da Unifor, que até então treinava no interior chamado Aratuba, e nessa vinda para a Unifor o meu desempenho foi aumentando muito. Aí teve o campeonato brasileiro universitário na qual eu fui representar a Unifor lá eu tive um resultado bem expressivo tanto nas provas singulares como o 110 metros com barreira e salto em distância, como no revezamento quatro por 400 que foi a prova medalhada que me fez ganhar o Bolsa Atleta.” 

Lucas treina na Universidade Federal de Fortaleza, que faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte. Agora, com o patrocínio nas mãos, Lucas pensa apenas nos títulos que virão. O atleta faz uma lista daquilo que almeja para sua carreira.

“Eu almejo ser um campeão brasileiro, eu almejo recordes estaduais norte e nordeste, eu almejo ser um dos principais nomes do Decatlo brasileiro.”

O centro de treinamento da UNIFOR faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do esporte, parceria do Governo Federal com estados e municípios para interligar centros de treinamentos existentes com estruturas que ficaram como legado da Rio 2016.

 

Márcia Janete Nunes

Ao lado do Estádio Nacional de Brasília, palco de partidas de futebol durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, está um celeiro de novos ginastas. No anexo do Ginásio Nilson Nelson fica o Centro Regional de Ginástica Artística. Lá treinam atletas da ginástica olímpica e da ginástica acrobática. O local recebeu do Ministério do Esporte novos equipamentos como tablados, barras e colchões.  Para a professora Márcia Janete Nunes, que dá aula de ginástica acrobática no centro, o investimento trouxe mais segurança para os atletas.

“O local e os aparelhos eles são maravilhosos. A vinda deste material para cá nós tivemos um ganho tão grande, mas tão grande em todos os sentidos até a questão de lesões, o índice de lesões diminuiu muito, a evolução foi fantástica, porque dá realmente para evoluir, pois é um centro muito bem equipado e para nós, só temos que agradecer a vinda deste centro para cá.”

A ginástica acrobática ainda não é esporte olímpico, mas para a professora Márcia isso é uma questão de tempo.

“Agora como nós tivemos a nossa olimpíada aqui foi muito bom e o próximo passo, pelos mundiais que nós participamos e campeonatos internacionais, dá para se perceber que há toda uma movimentação da Federação Internacional de Ginástica para que realmente vários países que ainda não praticam a nossa modalidade pratiquem. Então hoje nós já temos os cinco continentes praticando a ginástica e nós não tínhamos isso antigamente e para nós é um grande ganho e eu acredito que não vai demorar muito para a Ginástica Acrobática está em uma olimpíada.”

OCentro Regional de Ginástica Artística faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte que consiste em interligar diversos centros esportivos do país com o legado da Rio 2016.

 

Pedro Henrique Lima Borges

Após os jogos olímpicos Rio 2016, não ficou apenas os espaços físicos como lembrança do grande evento. As olimpíadas inspiraram milhares de jovens brasileiros a praticar esporte em todo país.O jovem carioca Pedro Henrique Lima Borges, o Pedrinho de 15 anos é um deles.Fera da natação o garoto lembra a importância dos jogos na vida dele.

“Quando tá rolando aquele clima olímpico a gente acaba sim tendo uma maior interação com diversas culturas e no meio da natação, por exemplo, foi muito bom pra mim porque a gente acabava vendo as competições na TV e eu até fui lá no estádio assistir, a gente acaba dando... eu via os grandes atletas da natação fazendo, Michael Phelps ganhando diversas medalhas deouro e muitos recordes mundiais e eu me sentia bastante motivado vendo o que estava acontecendo no meio esportivo, em diversas modalidades, diversas histórias, por exemplo, o cara da maratona que caiu no meio da prova e se levantou, pra mim isso é o espirito olímpico e foi isso que me dava; eu quero ser igual a este cara. Porque é uma motivação a mais nos treinos vê o que as olimpíadas trouxeram e puderam trazer para esses campeões olímpicos e para medalhistas olímpicos e puderam trazer pra mim no meu dia a dia de treino, então achei muito legal.”

Para que novos atletas apareçam cada vez mais no país, o Ministério do Esporte conta com a Rede Nacional de Treinamento, que liga centros esportivos do país inteiro com estruturas que ficaram de legado após a Rio 2016. São Paulo, Bahia, Ceará e Paraná são alguns dos estados que tem centros especializados para a prática esportiva.Por lá,todo dia treinam e se formam novos atletas de diversas modalidades olímpicas e não olímpicas do país.

 

Kelvin Vieira

Foi uma viagem para a China que fez com que Kelvin Vieira, de 19 anos decidisse viver do esporte.O Jovem natural de Ouricuri, cidade a quase 700 quilômetros de Recife, mudou para a capital Pernambucana em busca do sonho de ser atleta. Kelvin detalha como foi seu inicio no atletismo.

“Comecei como uma atividade física, eu gostava mesmo era de futebol e tal. Daí eu comecei a treinar e aí o professor me convidou para vim competir aqui em Recife e acabou que eu gostei. Gostei do pessoal, como funcionava e tudo e evoluindo também. Com isso surgiu uma oportunidade de competir um campeonato brasileiro aqui em Recife em 2015 quem fosse campeão geral ia para uma competição na China e acabou que a gente foi campeão e eu tive a oportunidade de viajar e com isso acabei gostando de viver do esporte.” 

 Na China o atleta ficou em terceiro lugar. Kelvin lembra que a mudança para Recife possibilitou uma melhora nos treinamentos e a conquista de novos títulos.

“Onde eu treinava era um campo de terra batida e lá tinha muita pedra tinha muita dificuldade. Quando eu morava lá eu fazia salto em distância e 400 livres, porque lá também não tinha barreira. Depois dos resultados eu recebi a proposta e vim treinar aqui em Recife no Centro Santos Dumont, com tudo isso eu conheci a prova dos 400 com barreiras e fiquei nessa prova mesmo e conquistei alguns títulos.”

Kelvin Vieira é um dos atletas que Treinam no Centro Esportivo Santos Dumont, que faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte. O Complexo fica no bairro de Boa Viagem e conta também com aulas de natação, vôlei, handebol, ginástica, judô entre outras modalidades.  

 

Anderson Luiz

Ele começou no esporte por acaso, quando alguns amigos precisavam de mais alguém para completaro time de atletismo da escola. Acabougostando e ficou de vez no Decatlo, uma modalidade do atletismo que agrega dez competições diferentes.O nome dele é Anderson Luiz de 18 anos de idade.O jovem é um dos atletas que treinam no Centro Esportivo Santos Dumont, que fica em Recife, capital de Pernambuco.  O local faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte. Anderson diz que a pista, que foi reformada, é excelente para os treinamentos.

“Essa pista é muito boa até comparada com a que a gente tinha, quando chovia a gente batia na pista e o quadrado saía e a gente escorregava e acabava caindo se ralando, agora não. Essa pista é boa, ela é rápida por não ser muito grossa e quando ela é mais fininha ela deixa o atleta mais rápido.”

O jovem recebe o Bolsa Atleta, um patrocínio do Ministério do Esporte para atletas brasileiros. Anderson cita tudo que já ganhou no esporte e lembra queo objetivo é conquistar uma olimpíada.

“O atletismo me deu mais consciência, mais responsabilidade. Me deu a oportunidade também de conseguir uma vaga na faculdade que eu consegui graças ao atletismo, dentre as bolsas que eu consegui, bolsas de custo que eu consegui comprar uma casa pra mim também e tá ajudando muito até hoje por que, meu objetivo é chegar em uma olimpíada e esse ano eu consegui vaga para um sul-americano e um pan-americano.”  

O Centro Esportivo Santos Dumont fica no bairro de Boa Viagem e abrange também outros esportes como judô, vôlei e basquetebol.

 

Ingrid Gomes

Treinando do Bairro de Boa Viagem na capital Pernambucana de Recife, Ingrid Gomes se esforça para se destacar no Heptatlo, uma categoria do atletismo que conta com sete provas.A atleta lista todas elas.

“O Heptatlo são sete provas: 100 com barreira, salto em altura, peso, 200 metros aí no outro dia tem distância, dardo e 800.”

A garota tem apenas 17 anos e treina no Centro de Treinamento Santos Dumont, referencia em formação de atletas no estado.O local faz parte da Rene Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte.Ingrid, já sonha em crescer no Heptatlo e por consequência chegar aos jogos olímpicos.

“Eu tenho 15:62 no 110 com barreiras, tenho 1:59 no salto em altura, tenho 16:11 no peso, tenho 26 nos 200, no distância tenho 4:95, no dardo eu tenho 35 e nos 800 tenho 2:30.  Meu sonho de atleta logicamente é de chegar em uma olimpíada então a gente precisa trabalhar, não com muita pressa, porque muitas pessoas ficam pelo meio do caminho e não chega à uma olimpíada, então a gente tá indo devagarzinho, com treinador e tal.” 

Ingrid Gomes já recebeo BolsaAtleta, um patrocínio do Ministério do Esporte. Ela conta como conquistou a bolsa.

“Se a gente competir qualquer norte e nordeste daquiaí a gente ganha o Bolsa Atleta, mas só ganha o primeiro lugar, então é para os melhores mesmo.”

Na Rio 2016, a representante brasileira no Heptatlo foi Vanessa Spínola, medalha de bronze no Pan de Torontoem 2015. 

 

 

Luiz Felipe – Saltos Ornamentais

 

Mabelle   Alves – Judô

Lucas Costa  - Judô

Kawan Figueiredo – Saltos Ornamentais

 

Andrey   Silva -  Canoagem Slalon

Gabriel   Henrique – Canoagem Slalon

 

Janaina França -Judô

Heloá  Camilo -Saltos Ornamentais

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