Ministério do Esporte Especial: os planos olímpicos de quem foi top em 2014
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Especial: os planos olímpicos de quem foi top em 2014

Simbolicamente, costuma-se dizer que a preparação para uma Olimpíada é medida em ciclos. Assim, a caminhada dos atletas nacionais para 2016 teve início “psicológico” ao fim dos Jogos de Londres, em 2012. Nesse processo, a temporada 2013 foi promissora. Terminou com o melhor ano pós-olímpico da história do país, com 27 medalhas em Mundiais ou competições equivalentes (em 2009, ano pós-Jogos de Pequim, houve nove pódios).

Nessa linha, em 2014, o segundo ano do ciclo, os brasileiros também superaram as conquistas obtidas em 2010 (segundo ano do ciclo para Londres). Foram 12 medalhas no ano passado e 12 atletas entre os top 3 do ranking mundial, contra oito medalhas e sete atletas no top 3.

Segundo levantamento do site do governo brasileiro para as Olimpíadas (www.brasil2016.gov.br), sete atletas, duplas ou equipes do país fecharam a temporada em primeiro no ranking mundial ou venceram o último Mundial de suas modalidades (considerando provas olímpicas).

Se a conta considerar as três primeiras colocações do ranking mundial ou os pódios em Mundiais, o número sobe para 25. Além disso, 58 atletas, duplas ou equipes, de 21 modalidades, fecharam 2014 entre os top 10 do ranking ou classificados entre os 10 melhores em Mundiais. Números que tornam plausível a meta estabelecida pelo Brasil, de terminar os Jogos de 2016 entre os 10 primeiros no quadro de medalhas, levando em conta o total de pódios conquistados.

Com base nesses dados, o brasil2016.gov.br publicou uma série de reportagens nas quais alguns desses destaques revelam planos para 2015 e para defender o Brasil em 2016. Entre eles, um consenso: a Bolsa Pódio do Governo Federal, um dos pilares do Plano Brasil Medalhas, é estratégica nos resultados, ao permitir condições de treinamento ideais.

» Confira a série de matérias com os atletas “top” do Brasil

Luiz Roberto Magalhães, brasil2016.gov.br
Ascom – Ministério do Esporte

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